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​“Temos de fazer tudo para manter Web Summit em Portugal”, diz Marcelo

02 nov, 2017 - 19:44

Presidente compara conferência tecnológica a “bola de neve” sempre a crescer e que “vai ser de uma dimensão brutal”.

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O Presidente da República compara a Web Summit a "uma bola de neve que está a subir" e defende que é preciso "fazer tudo" para manter esta cimeira mundial de tecnologia e inovação em Portugal.

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas esta quinta-feira no antigo Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, onde recebeu representantes de 'start-ups' portuguesas selecionadas para a Web Summit 2017, que se realiza na próxima semana, em Lisboa, pela segunda vez.

O chefe de Estado referiu que há um ano também recebeu as 'start-ups' portuguesas que participaram na Web Summit 2016, que eram cerca de 60.

"Este ano, foram 150 e falaram aí 90, sem timidez nenhum, com muito mais mulheres. Vindos de todos os pontos do país, com ideias completamente diferentes", descreveu.

"Portanto, quer dizer que isto é uma bola de neve que está a subir. Para o ano penso que vai ser de uma dimensão brutal. Temos de fazer tudo para ver se seguramos a Web Summit em Portugal. Vamos ver", acrescentou.

Nesta iniciativa, estiveram também presentes o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, a secretária de Estado da Indústria, Ana Lehmann, e o irlandês Paddy Cosgrave, co-fundador da Web Summit, que agradeceu ao Presidente da República a receção num edifício que, na sua origem, foi o Picadeiro Real de Belém.

"Vou definitivamente optar pelo Airbnb, é um edifício lindo", brincou o irlandês, considerando que Portugal vive "um período incrível" e que o crescimento da participação na Web Summit "é um reflexo" disso.

Paddy Cosgrave destacou as vitórias no Festival da Eurovisão da Canção, em Maio deste ano, no Campeonato Europeu de Futebol de 2016 e a escolha de António Guterres para secretário-geral das Nações Unidas: "Não sei, há qualquer coisa na água, qualquer coisa no ar. É um período incrível".

De seguida, falando em inglês, Marcelo Rebelo de Sousa concordou que "Portugal está na moda, por boas razões" e, no seu entender, "a Web Summit foi a primeira a compreender isso".

"Começou uma mudança na nossa economia, na nossa sociedade e isso é muito bom para Portugal, é muito bom para o resto do mundo", declarou.

Por sua vez, o ministro da Economia deu os parabéns aos "150 empreendedores" portugueses, que apontou como representantes da "geração mais qualificada de sempre" em Portugal, "uma geração que é também a mais empreendedora de sempre".

Manuel Caldeira Cabral fez votos para que os jovens empresários encontrem parceiros, clientes, financiadores e, sobretudo, novas ideias na Web Summit 2017 e que, a prazo, consigam tornar-se "grandes empresas, que serão uma boa parte do futuro de Portugal".

Comentários
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  • Antonio Ferreira
    06 nov, 2017 castanheira do ribatejo 12:45
    Cuidado com todas estas ligações que se estão a desenvolver. Estas skills, como os américas gostam de lhes chamar, aparecem não raramente ligadas ao poder político e económico e nem sempre com objectivos transparentes...
  • Roberto Moreno
    03 nov, 2017 Lisboa, Portugal. 09:45
    Entretanto, já está em fase de produção a Web Cimeira Iberófona. A Fundação Geolíngua - no âmbito do respeito aos Direitos de Autor, promove a expansão da língua Galega, na sua variante portuguesa e espanhola, através de um novo acordo - o Tratado de Tordesilhas 2 - a ser assinado pelos 30 países Iberófonos na Vila de Tordesilhas, em Espanha. - E, neste âmbito cria a: Web Cimeira Iberófona – evento anual divulgado via teatro, cinema, rádio, televisão e internet, além de fóruns e palestras, com o intuito de promover o bilinguismo entre os 800 milhões de Iberófonos. - Em seu Estatuto a Fundação Geolíngua promove a autoestima pela língua materna e uma segunda língua de comunicação entre os povos em geral e, em particular, entre os povos com o dialeto português e espanhol, tendo em vista a constituição de uma GEO Comunidade, real, virtual e interativa, através de ações e de intercâmbio nas áreas da Educação, Saúde e Segurança Pública.