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EUA. Novo decreto restringe entrada de cidadãos de oito países

25 set, 2017 - 06:43

Novas regras vão ter impacto nos cidadãos do Chade, Irão, Líbia, Coreia do Norte, Somália, Síria, Venezuela e o Iémen.

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Os viajantes de oito países vão enfrentar restrições na entrada nos Estados Unidos, segundo um decreto assinado domingo pelo presidente Donald Trump.

As novas regras vão ter impacto nos cidadãos do Chade, Irão, Líbia, Coreia do Norte, Somália, Síria, Venezuela e o Iémen e entram em vigor a 18 de outubro.

O Sudão foi retirado da lista de países que constam deste decreto migratório.

As limitações vão desde uma proibição total até condicionantes mais direcionadas.

Em resultado deste decreto, os vistos válidos não serão renovados.

Comentários
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  • Horacio
    26 set, 2017 Lisboa 04:28
    Este novo decreto demonstra novamente a hipocrisia e incompetência do governo Trump. Mas vamos por partes nenhum cidadão dos países muçulmanos citados cometeu qualquer ato terrorista nos Estados Unidos. Ao contrário de cidadãos da arábia saudita que por exemplo foram responsáveis por os ataques às torres em nova York. Ou os dois cidadãos da Chechenia responsáveis por as atrocidades na maratona de Boston porque não incluir países que obviamente fomentam o terrorismo igual ou mais do que os escolhidos. O motivo é simples os sauditas também investem muito na América e o Trump tem investimentos pessoais por lá. Incluir a Venezuela nisto é preocupante porque mostra uma crescente vontade de interferência nos assuntos daquele país .nao porque os americanos se preocupem com o povo mas sim porque querem o petróleo. Ou alguém acha que o venezuelano também é terrorista ( excepção para Carlos o jackal). Quanto a Korea do Norte .sera quantos viajam até os Estados Unidos pó ano ? 2 ou 3 .nao me lembro de ver muitos Norte Koreanos nas minhas visitas a Disney ou nova York. O que está em jogo aqui é um novo tipo de fascismo minar a entrada de qualquer estrangeiro ,fazer a vida dos que já estão no país mais difícil .isso inclui portugueses para aqueles que acham que o Trump gosta deles .como ainda no podem expulsar todos que não sejam 100% puro anglo-saxão ,vão aos poucos lhes tirando direitos.mas que ninguém se iluda estam num regime fascista na América.
  • Alberto Sousa
    25 set, 2017 Montijo 12:13
    Srº Luis Santos Martins o seu comentário está desenquadrado da notícia publicada. que tem a ver com os vistos de entrada nos USA, negados aos Norte Coreanos. Nada tenho contra a sua ideia, cada um é responsável por aquilo que comenta., mas por favor faça-o no sitio certo.
  • Alberto Sousa
    25 set, 2017 Montijo 12:06
    E isso irá por desventura do Trump, causar-lhes mágoa? Quem quer ver o país dos cow-boys?, onde tudo é resolvido á lei da bala! Antes viajar para Portugal, povo simpático,, acolhedor, Boas praias, boa cama e boa mesa, Bom marisco , bom vinho bom clima. Tudo é bom em Portugal, Norte Coreanos, são bem vindos quem vier por bem! Vocês vão adorar, e voltar.
  • Luis Santos Martins
    25 set, 2017 Lisboa 08:36
    Todos tem a memória curta. Até a D.ª Assunção, bem esta talvez não tenha memória, porque andava nas escola primária, quando este "comuna" a mais o seu acólito padre Alves (operário metalúrgico e dirigente sindical) e os apaniguados do sindicato dos metalúrgicos de que era dirigente, fechavam uma empresa por dia no concelho de Setúbal, nos idos anos 80 do século passado. O politicamente correto, não pode apagar nem distorcer a campanha que este "defensor do povo faminto" encabeçou e que levou á destruição de milhares de postos de trabalho em Setúbal, de muitas empresas viáveis, aliado ao PC numa "politica de terra queimada" na espectativa de quanto mais fome houvesse mais votos teria o PC. O único elogio que aceito é o "Geromo" (está a ser coerente, porque o "Bispo Vermelho" o serviu muito bem. A comprová-lo está o facto do PC nunca antes ter feito o elogio fúnebre a nenhum padreca) todos os outros são hipócritas. O homem destruía-lhes os postos de trabalho e a seguir dava-lhes a sopa dos pobres. O PC esfregava as mãos, porque isso aumentava-lhes os votos. Não é verdade Sr. Gervásio?