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Agência Europeia do Medicamento em Portugal daria emprego a 5.300 pessoas

29 ago, 2017 - 09:07

Estudo feito a pedido do Infarmed mostra que esta mudança de morada pode ter um importante impacto na economia nacional.

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Se a nova sede da Agência Europeia do Medicamento (EMA, actualmente em Londres) vier para o Porto haveria um impacto directo estimado de 1.130 milhões de euros na economia nacional e seriam criados e 5.315 novos postos de trabalhos.

As contas são do relatório encomendado pela Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) à consultora Deloitte, que o “Diário de Notícias” divulga.

“Ao contrário de outros investimentos, por exemplo em ventos, os quais têm um impacto económico circunscrito a determinado momento, a presença da EMA em Portugal permitiria assegurar um conjunto de benefícios duradouro, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa”, refere o documento a que o jornal teve acesso.

Segundo o relatório, seria possível obter um impacto direito de 1.130 milhões na economia portuguesa, 2.000 milhões de produção gerada e 5.315 postos de emprego criados, dos quais 2.300 são permanentes. Para além disso, a Deloitte refere que a presença da EMA no Porto também teria impacto nas receitas fiscais, apontando para receitas potenciais de 163,8 milhões entre 2019 e 2030.

Apesar de o relatório ter sido requerido ainda antes de o Porto ser a cidade escolhida para se candidatar a sede da EMA, analisaram-se os efeitos a nível nacional, sem distinções entre Porto e Lisboa. Além disso, a Deloitte estudou o impacto da construção de um edifício novo, algo que ainda não se sabe se vai efectivamente acontecer.

Em Julho, o Governo decidiu que o Porto seria a cidade portuguesa candidata para acolher a EMA. E, caso seja a escolhida, entre um conjunto de 21 países, vai receber, a partir de 2019, esta entidade.



Comentários
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  • J Simões
    20 nov, 2017 Lisboa 10:58
    Mais propriamente: a 5.327 pessoas!
  • DR XICO
    29 ago, 2017 LISBOA 09:50
    Todos sabemos da importância da EMA para qualquer país, pena foi o governo aceitar a pressão do Porto para se candidatar, agora sim vamos saber das competências do Presidente Rui Moreira. Vamos de carrinho de certeza, isto de ser presidente de uma cidade - limpa, com turistas de pé descalço que caiem do céu aos trambolhões não é a mesma coisa que uma candidatura europeia para uma empreza desta com 5000 postos de trabalho...
  • couto machado
    29 ago, 2017 porto 09:40
    Disse bem: daria, mas não vêm para cá dada a nossa incapacidade negocial. Somos uns poetas de primeira e gostamos de alimentar sonhos. É uma pena.