Tempo
|
A+ / A-

De Alepo para Baião. Família síria chega hoje

10 jan, 2017 - 01:42

Casal e os três filhos vão ficar alojados numa instituição de solidariedade social.

A+ / A-

Uma família de refugiados sírios, oriunda de Alepo, vai chegar esta terça-feira em Baião, avançou à agência Lusa fonte da instituição de solidariedade social de acolhimento.

Trata-se de um casal, ele de 29 anos e ela 31, e os seus três filhos, de três, quatro e seis anos, que vão ficar instalados no centro de noite da instituição "Cecajuvi", na freguesia de Santa Leocádia.

Os cinco elementos estão desde Fevereiro de 2016 num centro de acolhimento de refugiados, na Grécia.

Liliana Soares, directora técnica da Cecajuvi, explica que a instituição, integrada na Plataforma de Refugiados (PAR), está preparada para receber e integrar a família na comunidade local.

"A família vai ficar connosco dois anos, durante os quais iremos colocar em prática um projecto de integração social, que passa por colocar as crianças nas escolas e tentar arranjar uma casa para a família", explicou.

Ao longo desse período, o projecto propõe-se arranjar um médico de família e inscrever os seus elementos nos serviços de finanças e emprego.

O centro de noite de Santa Leocádia, um investimento de 75.000 euros, foi inaugurado em 2014, mas nunca teve utentes.

No final de 2015, a instituição inscreveu-se na Plataforma de Refugiados, acolhendo agora a primeira família.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • TUGA
    10 jan, 2017 LISBOA 09:44
    A censura continua!!! Os comentários feitos, serão publicados quando a publicação estiver prestes a ser retirada, ou seja ninguém os vai ler!!! UMA CENSURA SUBTIL!! UMA CENSURA À SECULO XXI.
  • MARGARIDA MIRANDA
    10 jan, 2017 LISBOA 08:54
    Os refugiados sirios devem ficar em territorios arabes de maioria muçulmana. Sao na maioria criminosos bombistas suicidas! Odeio os sirios! Nao os deixem entrar em Portugal. Abaixo a ministra da Administracao Interna porque nao sabe o que faz! Margarida MB MIRANDA
  • eugenia
    10 jan, 2017 porto 08:18
    Vai chegar algum bicho raro? por estas e outras que eles nao gostam de ficar Exibimos ! Deixem-nos renascet em paz e anoonimato.
  • 10 jan, 2017 lisboa 08:08
    Alepo não foi libertada?? não seria altura desta gente reconstruir a sua própria terra??? em vez de vir mamar do pouco que temos???? Os que nos invadiram em tempos e que vivem à nossa custa em bairros sociais, temos hoje gangues a que a esquerdalhada apelida de ""grupo de jovens"" a espalhar o terror pelos subúrbios. Amanhã estes reproduzem-se e temos bombas a matar infiéis como já acontece noutros países!!! ninguém aprende com os outros???
  • MC
    10 jan, 2017 Lisboa 07:49
    Esta notícia carece de muita explicação. Ora vejamos, um investimento sem utentes desde 2014?! Num país com tantos carenciados e dificuldades financeiras?! É motivo para perguntar COMO...? PORQUÊ...? Para quando uma entidade independente que analise estes investimentos e encontre responsáveis? É assim que pretendem que os portugueses acreditem nos seus governantes?! Ou os governantes querem continuar a governar-se?!
  • tuga
    10 jan, 2017 lisboa 07:46
    Os nossos velhos morrem nos corredores dos hospitais e a nossa politicada continua com a fantochada dos chamados refugiados, total traição à nossa cultura!!! O Hospital Sousa Martins, na Guarda, regista uma média anual de 100 casos de crianças retiradas aos pais ou rejeitadas à nascença pelos progenitores. Ficam meses – ou anos – à espera de um destino por falta de resposta das instituições de acolhimento. Falta de resposta das instituições levou mesmo a que uma criança vivesse dois anos no hospital. O povo gosta de ser gozado!!! recebam essa ""gente"" com beijos e abraços e esqueçam milhares de portugueses desempregados, com fome, etc-

Destaques V+