|

 Casos Ativos

 Suspeitos Atuais

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

“Financial Times” diz que Novo Banco está à beira do resgate

01 jan, 2017 - 18:38

Jornal diz que também o Banco Popular e o britânico Co-Operativa Bank também podem vir a ser alvo de intervenção.

A+ / A-

O diário “Financial Times” prevê que em 2017 o português Novo Banco pode ser alvo de um resgate. É o que se lê na edição do jornal deste primeiro dia do ano. O jornal diz que, além do Novo Banco, também o espanhol Banco Popular e o britânico Co-Operativa Bank podem vir a precisar de uma intervenção.

O jornal escreve que o italiano “Monte dei Pashci foi praticamente resgatado em 2016”, acrescentando que outras entidades estão próximas do limite, tais como o espanhol Banco Popular, o português Novo Banco e o britânico Co-operative Bank.

O “Financial Times” diz que as entidades bancárias europeias mantém um “elevado nível de activos tóxicos”, o que , juntamente com o “lento crescimento da economia comunitária” conduzirá estas entidades ao resgate, em 2017.

Neste artigo, o jornal prevêem que a inflação na Europa não deve alcançar os 1,5%.

Tópicos
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Fernando
    02 jan, 2017 Gondomar Porto 12:55
    Não estou a ver qual seria o drama se abrisse falência. O ex secret. de estado deixava de receber os 30000 € para vender o Banif e este Novo banco? Já durou tempo de mais e só deu prejuízo a quem não tem culpa das más administrações. Na minha opinião, o grande erro foi o estado meter dinheiro num banco falido que não valia, como se vê, uma pequena percentagem do dinheiro que lhe foi emprestado, como aconteceu com o BPN. Desde que o estado receba o empréstimo que fez ao fundo de resolução, pode perfeitamente falir como qualquer outra empresa. Se contagiar outros bancos é mau mas são mais uns tantos que deixam de enganar nos clientes. Faltará apenas uma decisão. Apresentar queixa ao M.P. para ser avaliada a gestão que prejudicou clientes, e que o estado não meta mais um cêntimo nas empresas para ajudar empresas falidas. Só gostava de recordar que quando o sistema era públicos, o estado era acusado de não saber gerir e que esta função deveria ser privada porque, estes sim, sabem gerir. Agora que não se socorram do estado porque só um banco se mantém na esfera pública e, mesmo esse, não deveria ter injecções do estado como quer a U.E. Desta forma eu gostava de gerir uma empresa totalmente privada com o estado a garantir que nadava em dinheiro.
  • rfm
    02 jan, 2017 Coimbra 11:56
    ... através de boatos e conspirações tentas desvalorizar antes de comprar: Quem desdenha quer comprar ?! quer mesmo, mas ao preço da chuva!
  • hugo santos
    02 jan, 2017 evora 09:27
    Vão mas é trabalhar, os bancos estao assim porque as pessoas deixaram de trabalhar e ser produtivas. Imaginem quanto de juros é necessário o banco ganhar para um emprestimo de 100.000€ ser pago caso a pessoa deixe de pagar??!! Vão trabalhar !!!
  • h'ocanhão
    01 jan, 2017 Vila Real 23:40
    Não estará na hora de aumentar o vencimento (será vencimento?) da administração? Quem ajudou Portugal, impôs condições, nomeadamente perda de direitos adquiridos ao arrepio da Constituição Portuguesa. Quem nos representa a nós contribuintes na ajuda aos bancos, não tem capacidade/competências para impor condições a esses (nome impróprio para Portugueses de Bem)? Porque será que teem direito legal a um vencimento superior ao das entidades a que por força da Lei vigente tem de obedecer?
  • SALAZAR
    01 jan, 2017 LX 23:10
    QUE NOTÍCIA IDIOTA. O NOVO BANCO JÁ FOI RESGATADO PELOS PORTUGUESES. CHAMAVA-SE BES E SÓ MUDOU O NOME. OS PORTUGUESES QUE PAGUEM OS ROUBOS E NINGUÉM É PRESO. VIVA A DEMOCRACIA PORTUGUESA.
  • inteligente
    01 jan, 2017 próximo do céu 22:45
    Não será esta uma noticia com objetivos identicos à noticia publicada pela TVI relativamente ao BANIF. Será que vamos ter mais um interessado na compra do novo banco?
  • Rui Cunha
    01 jan, 2017 Taveiro 22:42
    Só do Deutsche Bank e do Commerzbank é que ninguém fala. Medo de alguma coisa?
  • A.Romano
    01 jan, 2017 Oeiras 21:51
    "Jornal norte-americano ..."? ... ?!? ... Qual o "Financial Times"? ... Se sim, é britânico!!! Ser jornalista não é só escrever meia dúzia de linhas, é estar informado e procurar informação adicional ... E aqui estamos a falar quase de cultura geral ... !!!
  • Zingaro
    01 jan, 2017 Algarve 21:00
    O F. Resolução mais a contribuição da banca foi de 4.900 milhões. Os yankees só oferecem 750 milhões , os chineses não oferecem muito mais Nem sei o que diga. Sou colaborador e vejo nuvens muito escuras no horizonte.
  • Jorge
    01 jan, 2017 Coimbra 19:47
    Nada que não se esperasse! Este país está falido!