A+ / A-

BCE terá aprovado nova administração da Caixa com restrições

13 ago, 2016 - 09:25

A tomada de posse está marcada para dia 24.
A+ / A-

O Banco Central Europeu (BCE) terá aprovado a nova administração da Caixa Geral de Depósitos proposta pelo Governo, mas reduz os poderes do presidente e o número de administradores.

A notícia é avançada este sábado pelo jornal “Público”, que cita fonte do processo.

O BCE só admite 11 administradores, em vez dos 19 propostos, e António Domingues não vai poder acumular os cargos de presidente do conselho de administração e de presidente executivo, o que inviabiliza o novo modelo de gestão, com controlo interno através de administradores não executivos.

Com esta restrição colocada pelo do Banco Central Europeu, ainda terá de ser encontrado um novo nome para a presidência do conselho de administração.

Mas, na prática, não haverá alterações na estrutura. A tomada de posse da nova administração está marcada para dia 24 deste mês, uma semana antes do fim do prazo acordado entre o Governo e actual administração, que se demitiu em Julho.

A nova equipa é quase toda proveniente do BPI, incluindo o próprio António Domingues.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • graciano
    13 ago, 2016 alemanha 15:46
    11 administradores para um banco do estado deixem me rir rir rir isso so mostra a sua imcompetencia porque 1 que fosse competente chegava e sobrava
  • paulo
    13 ago, 2016 vfx 10:40
    Serão precisos 11 administradores? e a UE sabendo da situação económica do país porque não falou em redução de vencimentos deles? ou será sempre para o povo que trabalha.....