Tempo
|
A+ / A-

Ministro da Segurança Social: “Este é um orçamento de combate à pobreza"

23 fev, 2016 - 15:41

Vieira da Silva lançou duras críticas ao anterior Governo PSD/CDS-PP e declarou que “não é possível ter êxito na coesão quando se opta pelo empobrecimento”.

A+ / A-

O ministro do Trabalho e da Segurança Social afirmou, esta terça-feira, que o Orçamento do Estado para 2016 “é um Orçamento de combate contra o risco de pobreza, contra o nível de desigualdades e contra a emigração que ameaça toda uma geração”.

Durante o segundo dia do debate na generalidade do OE2016, o socialista Vieira da Silva lançou duras críticas ao anterior Governo PSD/CDS-PP e declarou que “não é possível ter êxito na coesão quando se opta pelo empobrecimento”.

O ministro prometeu “reforçar” a Segurança Social (SS) sem “armadilhas” como as “reformas antecipadas”, defendendo que o modelo da SS, “para ser sustentável, tem de ser mais ambicioso no combate a fraude” e “reduzir prestações pagas indevidamente”, comprometendo-se a poupar 200 milhões de euros com o combate à fraude.

“Renovar mínimos sociais”, como o RSI e o salário mínimo, foi um dos temas da intervenção do ministro, que prometeu implementar uma prestação única para pessoas com deficiência em 2017.

Referindo a actualização do abono de família, que admite ser um “caminho incompleto”, Vieira da Silva defendeu a generalização do ensino pré-escolar, com “acesso sem restrições creches e manuais escolares”.

O ministro concluiu a sua intervenção afirmando que “este não é o OE de um governo estatizante que limite a sociedade aberta”. “É o OE que assume que o Estado é responsável último por construção de mais justiça e igualdade”, rematou.

Vieira da Silva acusa PSD de ter "primeiro-ministro no exílio"
Vieira da Silva acusa PSD de ter "primeiro-ministro no exílio"
Tópicos
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Pinto
    24 fev, 2016 Custoias 22:27
    A ladroagem neste país é tanta que já não confio em ninguém.
  • PANTUFAS
    24 fev, 2016 LISBOA 04:08
    ESTE GOVERNO SO FALA DA CLASSE MEDIA E OS POBRES NAO SAO GENTE
  • Manuel Pinto
    24 fev, 2016 Porto 00:16
    Quem tem 40 anos de trabalho e 60 anos de idade devia ser reformados a 100% para dar lugar aos mais novos. .........Se me perguntarem pela sustentabilidade, direi; ...cortem O RSI a gente parasita, aproveitadora do sistema social, etnias nacionais e imigrantes nunca descontaram para o sistema social e são beneficiários de vários apoios, estes tirados aos cidadãos nacionais que trabalham com salários baixos e ainda ficam sem apoios quando precisam.
  • Amós
    23 fev, 2016 Belém de Judá 22:12
    Mudem o nome ao Ministro! Chamem - lhe o nome correto: ministro dos ricos, que compra o pobre com um euro. Boa noite.
  • APereira
    23 fev, 2016 Viana do Castelo 21:23
    Este minitro? é outro que só faz rir Então o orçamento é combate á pobreza? kkkkkkkkkkkkkkk e ele não é culpado dessa pobreza? foi ministro do Guterrezxe do 44 e não se sente culpado também para a banca rota que o governo do Passos herdou? Porca miséria de gente
  • nuno
    23 fev, 2016 faro 19:42
    Pobreza da função publica...já é tempo de eles renovarem o parque automóvel...coitados
  • Alberto
    23 fev, 2016 Funchal 19:11
    Este é um Orçamento que fabrica pobres. Aliás, sempre que o PS foi Governo, os Pobres aumentaram.
  • Mimi
    23 fev, 2016 beja 18:11
    Explique como a função pública trabalha 35h e quem trabalha no privado nunca tem menos de 40h... Qual a diferença entre quem trabalha no sector privado e quem trabalha menos e menos horas na função pública. Isto é uma vergonha. Infelizmente não há vergonha na cara deste político!
  • JJ
    23 fev, 2016 Cantanhede 18:09
    LOL!!
  • VERO
    23 fev, 2016 Braga 18:08
    Este é sem duvidas o orçamento dos Funcionários Públicos. Eu já não coloco em causa a forma maquiavélico como Costa chegou a 1º Ministro, mas dizer-se que este é um orçamento de reposição de rendimentos é de uma imbecilidade sem precedentes. Vejamos: uma agregado familiar com rendimentos de 1000 e com 2 filhos. Já não descontavam IRS e não pagavam sobretaxa. Este agregado que vive no interior, não tem transportes públicos, está a pagar mais 6 ctms por litro de combustível para chegar ao seu local de trabalho. Digam-me onde há aqui aumento de rendimento? Há sim perca de rendimento. Uma empresa privada quando tem dificuldades reajusta-se através da redução da sua própria despesa, nomeadamente com despedimentos, com atrasos nos pagamentos de subsidios, etc.. porque carga de água é que todos temos que pagar as despesas com o nosso "ESTADO"? Tal como nas empresas o estado também deve controlar os seus custos correntes através da reorganização dos seus recursos. Não sou politico mas para mim a proposta do governo de direita é a que mais defende o interesse de todos, este só defende os interesses dos Funcionários Públicos. Nós funcionários do setor privado nem tempo temos para nos manifestar...mas eu eu estou disponível para dar asas à minha revolta!