- António, como começas o teu dia? És daquelas pessoas muito rabugentas ao acordar?
Nada rabugento… ao levantar da cama, enfim, um pouco “atordoado”, reconheço; mas depois, rapidamente me preparo para o novo dia. Bem, rapidamente, talvez seja uma força de expressão. Sinto que não deveria escrever isto, mas lá vai: 45 minutos, no mínimo, para sair de casa… ai, ai, ai… :)
- Lembras-te quando eras criança de pensares o que querias ser quando fosses grande? Tinhas algum sonho em especial?
Faz parte de nós, não é? O que queria ser quando fosse grande… bem, havia assim 3 profissões que me encantavam: ser médico, piloto de aviões e… futebolista. Quem diria?! :) Típico, não é? Agora, sempre gostei muito de ouvir rádio, mas nunca me passou pela cabeça que seria esse, afinal, o meu futuro. Um bom exemplo de como a vida nos pode surpreender!
- E qual era o teu herói favorito quando eras pequeno?
Bem, assim mais pequeno, foi sem dúvida «Wickie, o Viking»… foi também a minha 1ª colecção de cromos. Ah, e tinha também os respectivos bonecos, que se “digladiavam” no barco e… o single com a música da série, claro!
- Se estivesse na tua mão mudar qualquer coisa no mundo em que vivemos, o que mudavas?
Bom, tendo por cenário esta crise, talvez pusesse em prática a sugestão que a minha filha mais nova me deu há dias ao ouvirmos as notícias: «Então, se não há dinheiro que chegue, porque é que não “fabricam” mais»?! Agora, não nos podemos resignar e resumir à crise. Podemos tirar dela lições importantes para o futuro, sim; mas, também no presente, não podemos esquecer quem vai sofrendo mais, tantas vezes de forma “envergonhada” e silenciosa.
- Assim, só entre nós, onde arranjaste esses olhos azuis? ;) Também quero!
Diz-se que a maioria dos bebés nasce com olhos azuis… os meus ficaram! Mas digo sempre que as minhas filhas, que têm olhos castanhos (e muito bonitos, por sinal!) me perguntam o mesmo :)