Nunca saberei celebrar
a vida que chega cada manhã ao mundo
A vida que sopraste no dealbar dos tempos
A vida que se repete em cada segundo
no prolongamento do gesto de amor
do homem e da mulher
a quem generosamente ofereceste
o dom de continuar o dia da criação do homem.
A luz, a água, as plantas, os animais,
o homem e a mulher no topo da criação
no grande hino do universo
que abriste para nós,
para todos os tempos, lugares e culturas.
Do fundo do tempo tudo chegou até nós,
a este dia do século XXI da era cristã.
Obrigado, Senhor por nos teres confiado o maior dos dons,
a vida.
Bendito sejas, Senhor.
Pe. António Rego