«Olhai as minhas mãos… sou eu mesmo!» (Lc 24,39). Nesta manhã, relembro este pedido que tu, Senhor Jesus fizeste um dia aos teus discípulos. Por isso,
- olho as tuas mãos e vejo como elas continuam a ser as mãos que abençoaram, perdoaram e curaram. As mãos do Jesus humano que agora nos mostra a plenitude de uma vida em Deus.
- olho as tuas mãos e reconheço que és Tu mesmo e que só esta certeza nos torna capazes de gestos diferentes. Porque só tu és em nós a possibilidade da coragem nos combates diários.
- olho as tuas mãos e vejo a graça que nos torna de um empenho gratuito pela nossa vida e pela vida de tantos outros.
- olho as tuas mãos e reconheço a possibilidade das mãos ressuscitadas abertas e disponíveis para o serviço e para o dom de amor.
Bom dia, Ir. Luísa Almendra