Sem darmos conta,
chegamos às portas do Advento.
É já no próximo domingo.
Parece que nos perturba e nos vence esta crise profunda.
E é tão difícil dizer a confiança.
Nesta manhã em que Te sabemos próximo,
neste tempo do «já» e do «ainda não»,
vem, Senhor, em nosso auxílio
para que os pés não tropecem,
nem o rumo se perca.
Bem sabes que me ajudam os gestos repetidos, rotineiros.
Gestos simples como dar um jeito à casa
e pôr à entrada um vaso humilde e alegre,
talvez uma imagem de Maria e outra de José
Que seja este nosso caminho de Advento uma súplica constante
em que Te pedimos a firmeza e a urgência do gesto solidário.
Por Tua graça, havemos de alcançar um vislumbre de Esperança.