Sei que estou sempre na tua presença.
Nem sei estar ausente,mesmo quando me sinto pecador,
ou quando me vejo distante de ti.
Não sei viver sem ti
Nem que fazer às palavras nem ao silêncio se te sinto longe.
Há uma espécie de orfandade quando fico sem te falar
ou quando o ruído não me deixa ouvir-te.
Pedro tinha razão:a quem iremos se apenas tu tens palavras de vida eterna?
Não permitas que o nosso coração se perca por atalhos.
Ou que,pelo menos, notemos que tu também estás nos nossos atalhos.
Assim nunca estaremos sós.
Pe. António Rego