Tu o disseste: a semente mal lançada à terra
não produz fruto.
Perdoa-nos o desperdício do tempo
dos bens e dos dons
que a cada instante nos ofereces:
o pão sobre a nossa mesa, ainda que endurecido
pelas contingências a que chamamos crise;
os amigos que por vezes desperdiçamos sem razões;
a comunidade a que chamamos Igreja e que
nos distribui os teus dons;
a saúde, a paz, a fé, a alegria íntima das nossas razões de ser e viver.
Perdoa os nossos queixumes, lamúrias de ingratidão
que nunca apreciam no tempo certo os dons maravilhosos que nos ofereces.
Ajuda-nos a bem lançar a semente que depositaste nas nossas mãos.