O líder do CDS-PP considera que em Portugal “não há verdadeira concorrência”, no sector da electricidade e dos combustíveis.
“O regulador protege uma certa empresa que tem nome, chamada EDP, e dificultam a entrada de outros actores no mercado e o consumidor, praticamente, não pode escolher. O preço é altíssimo e eu queria um preço justo, com concorrência, sem protecção de interesses especiais”, afirma Paulo Portas.
O antigo ministro denunciou que em Portugal “não há verdadeira concorrência”, no sector da electricidade e dos combustíveis.
Paulo Portas falava à margem de um fórum de geopolítica e política internacional, que decorreu na Escola Superior de Educação de Viseu.
Um dos alunos aproveitou para questionar o líder do CDS-PP sobre a compra dos submarinos, e Paulo Portas não fugiu à pergunta: “Quando eu tomei essa decisão, a dívida pública estava em 59% do Produto e agora está em 100% do Produto. Se eu tivesse que tomar uma decisão dessas com 100% de dívida pública, adiava-a. Há quem tome decisões muito mais caras do que essas, que com a dívida pública em 100% a quer manter”.