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Francisco Sarsfield Cabral

Encarar a realidade

Francisco Sarsfield Cabral OK, opiniao
Resultados reais desmentem as previsões governamentais em quase tudo. Os dados mais preocupantes foram revelados pelo INE na sexta-feira, mas grave é, sobretudo, que, ao longo de 2012, cada trimestre tenha sido pior do que o anterior.
18-02-2013 7:27 por Francisco Sarsfield Cabral
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O primeiro-ministro admitiu, no Parlamento, a possibilidade de rever as previsões económicas do Governo, “na medida em que os resultados reais o aconselhem”.

Ora, os resultados reais desmentem as previsões governamentais em quase tudo: na queda do PIB, na subida do desemprego, na quebra das receitas fiscais, etc. Assim, mais importante do que rever previsões, é preciso agora rever metas, naturalmente em acordo com a “troika”.

A França – que, é certo, não está sujeita a um programa de ajustamento – já declarou que não irá este ano cumprir o défice orçamental de 3% do PIB a que se havia comprometido.

Os dados mais preocupantes foram revelados pelo INE na sexta-feira. Não é tanto o facto de a previsão do Governo para a queda do PIB no ano passado (3%) ter ficado duas décimas acima. Grave é que, ao longo de 2012, cada trimestre foi pior do que o anterior.

No quarto trimestre, em comparação com igual período de 2011, a queda foi de 3,8%. E as exportações, até então o único motor da nossa economia, não abrandaram – caíram mesmo.

É preciso encarar a realidade.
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Comentários (1)
  • » Será que estamos a voltar ao passado?, alvite, 18-02-2013 19:35

    A mim como cidadão o que me custa é que temos um governos de mentirosos e aldrabões muito superior ao governo anterior e continuo a não ver nos OCS, principalmente na sua maioria uma única critica a estes "indigentes" que afundam o país, mas não se afundam com ele. Ainda hoje num programa de radio da TSF, perguntaram ao Drº Manuel Acácio, quando é que eles saem dos seus gabinetes e investigam como passam a maioria das nossas crianças e grande parte dos nossos adultos?, tendo ele respondido que o assunto não era o que se estava a discutir, pelo que terá cortado a chamada?. Ora, o que se vê são OCS com programas para ouvintes, mas se estes lhes tocam na ferida, não deixam que o cidadão possa dizer o que lhe vai na alma, que por princípio é o que se passa na vida real e não na vida VIRTUAL dentro dos OCS. Creio que estamos a voltar a ser "amordaçados" pelos OCS, principalmente porque estes para sobreviverem defendem o poder e quem o representa, porque daí vem o reino dos (dinheiro) céus para as suas sobrevivências, mas a consciência jornalistica fica cada vez mais espesinhada perante a grande maioria dos cidadãos.
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