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Tarde complicada em Lisboa. Há manifestação de polícias e vigília dos trabalhadores de saúde

12 out, 2017 - 07:00

Elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE, Polícia Marítima, guarda prisional e os técnicos superiores de diagnóstico saem à rua em protesto.
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Pode ser uma tarde complicada para quem circula em Lisboa. A manifestação decorre a partir 17h30, entre o Marquês de Pombal e o Ministério das Finanças, e à porta do ministério de Adalberto Campos Fernandes há vigília dos trabalhadores da saúde a partir das 16h00.

Elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE, Polícia Marítima e guarda prisional manifestam-se em Lisboa para exigir o descongelamento das carreiras e protestar contra a falta de investimento das forças e serviços de segurança.

O protesto, que vai decorrer a partir das 17h30 entre o Marquês de Pombal e o Ministério das Finanças, no Terreiro do Paço, é organizada pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, que congrega as estruturas mais representativas do sector da segurança interna, mas também vai contar com outros sindicatos da PSP e associações da GNR que não fazem parte da CCP.

“Esta manifestação é aberta a todos os profissionais das forças e serviços de segurança, não só dentro da CCP. Quase a maioria dos sindicatos da PSP e as associações da GNR vão participar na ação de protesto”, disse à agência Lusa César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) e secretário nacional da CCP.

César Nogueira adiantou que há “um grande descontentamento”, tendo em conta que continuam as dúvidas sobre o descongelamento das carreiras em 2018 dos elementos das forças e serviços de segurança e a falta de investimento no sector.

Segundo o mesmo responsável, instalações e um parque automóvel degradado e a falta de equipamento básico, como algemas, são problemas que continuam por resolver, além de existir carências ao nível do efectivo.

Trabalhadores da saúde em vigília

Os trabalhadores da saúde vão estar na quinta-feira à porta do Ministério da Saúde, em Lisboa, numa vigília para reclamar a criação de carreiras, 35 horas semanais e acordo colectivo de trabalho.

"Respeito e direitos" é o mote da concentração marcada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, que deverá decorrer entre as 16h00 e as 22h00 de dia 12.

Se não obtiverem resposta do Governo, admitem "uma expressão superior" de protesto.

Exigem a criação da carreira para técnicos superiores de diagnóstico, a aplicação das 35 horas semanais de trabalho a toda a classe e reclamam o sucessivamente adiado acordo colectivo de trabalho para os hospitais.

Os trabalhadores pretendem ainda repor as percentagens de pagamento das horas de qualidade nos serviços de Saúde.

Comentários
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  • Bruno Domingues
    13 out, 2017 Amadora 00:11
    Nao foram os Tecnicos de diagnostico e terapeutica que se manifestaram junto ao ministério da Saude das 16h as 22h neste dia MAs sim os ASSistentes Operacionais/ Tecnicos Auxiliares de Saude. È vergonhoso nao investigarem ....
  • mendes
    12 out, 2017 braga 11:01
    para o rui teixeira meu amigo no governo do passos havia greves havia gritos histericos da esquerda e dos sindicatos mesmo sabendo que o governo estava a tirar o pais da desgraca em que o ps o tinha colocado mas com governo do psd as greves sao legais e justas com os governos da esquerda sao injustas e ilegais meu amigo eu cuba china russia coreia do norte venezuela nao ha greves porque cortam o pescoco a alguem que o tente fazer mas aqui ainda nao chegamos a esse ponto por isso ainda temos a liberdade de fazer greves
  • Rui Tewixeira
    12 out, 2017 famalicao 09:37
    Esta gente tem umas saudades da PAF, de PPC/PP. Que nem e bom imaginar, no tempo desse governo, nunca fizeram manifestações, ao ser a PSP, mas que no fim, deu umas promoções a alguns, e do resto ainda hoje esta por se saber. Enfermeiros e professores , funcionários públicos, estavam caladinhos porque o primeiro ministro, lhes corta o vencimento, Hoje quem governo encontra greves selvagens porque temos um governo, e um presidente da Republica, democráticos, eleitos por uma maioria portuguesa.Os enfermeiros pedm um aumento salarial, de 450 €, a onde isto quer chegar..
  • 12 out, 2017 Portugal 08:18
    Manifestações da polícia? Não deixem, corram-nos à cacetada! É circular, é circular!...