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"Não é expectável” PSD cumprir objectivos, diz coordenador autárquico

01 out, 2017 - 21:23

Pedro Passos Coelho está em causa? Carlos Carreiras responde que o líder do partido “não foi candidato a nenhuma câmara nem a nenhuma freguesia”.
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Carreiras assume responsabilidades pelo PSD. "Passos Coelho não foi candidato autárquico"
Carreiras assume responsabilidades pelo PSD. "Passos Coelho não foi candidato autárquico"

Eleições autárquicas 2017:


Carlos Carreiras, coordenador autárquico do PSD, reconhece que “não é expectável” que o partido cumpra “os objectivos” nas eleições deste domingo.

Apesar disso, o dirigente social-democrata diz que “ainda é cedo” para tirar conclusões nacionais, até porque o país “não é só Lisboa e Porto, há mais 306 eleições”.

As projecções das televisões apontam em Lisboa para a vitória de Fernando Medina (PS), que pode mesmo chegar à maioria absoluta. Se assim for, o PS renova a maioria absoluta na capital.
Nos três estudos de opinião, o actual autarca da capital renova mandato, agora como cabeça de lista, com um valor que varia entre os 41,4% e os 49,3%.
No segundo lugar, segundo todas as projecções, fica Assunção Cristas. A líder do CDS conquista o segundo lugar, com o dobro dos votos de Teresa Leal Coelho, a candidata do PSD.
O cenário para os social-democratas pode ainda ser pior com as projecções a indicarem que a CDU (João Ferreira) pode também ficar à frente da vice-presidente laranja.

No Porto, as três projecções dão Álvaro Santos Almeida (PSD) em terceiro lugar, a larga distância do socialista Manuel Pizarro e do independente Rui Moreira, que deverá vencer as eleições.

Questionado pelos jornalistas sobre quem assumia responsabilidades destes maus resultados para o PSD, Carlos Carreiras deu o peito às balas: "Sempre disse que o principal responsável pelos resultados nestas eleições autárquicas em primeira linha é meu e será repartido em cada concelho pelos candidatos".

Sobre Pedro Passos Coelho, Carreiras lembra que o líder do partido “não foi candidato a nenhuma Câmara nem a nenhuma freguesia”.

“Todas as eleições são justas, eleitores escolheram o melhor para as suas terras”, acrescenta Carreiras.

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