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Promessa de António Costa. ​"Vamos começar a reduzir a dívida a partir de Outubro"

17 set, 2017 - 12:53

Costa falava numa acção de pré-campanha em Trancoso.
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O primeiro-ministro, António Costa, declarou este domingo que Portugal vai começar a reduzir a sua dívida pública "a partir de outubro", indicador que, aliado à descida do défice, sustenta o caminho de recuperação económica do país.

"Estamos a conseguir reduzir o défice e vamos começar a reduzir a dívida a partir de outubro. É a esta trajetória que temos de dar continuidade, e para darmos continuidade precisamos de dar força à mudança política que fizemos há dois anos", vincou Costa, falando em Trancoso, como secretário-geral do PS, perante dezenas de socialistas presentes na abertura da sede de campanha do candidato autárquico local.

O chefe do Governo e líder do PS diz ser "preciso dar força" aos socialistas para ser prosseguida "esta mudança de política".

"Os resultados têm sido bons, mas temos de fazer mais para serem melhores e sustentáveis", advogou, antes de pedir que seja dada continuidade ao trabalho iniciado "nesta legislatura" nas legislativas de 2019.

No atual executivo municipal de Trancoso, presidido por Amílcar Salvador, que o PS recandidata, os socialistas têm a maioria, com quatro elementos, e o PSD possui três vereadores.

Comentários
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  • António Moita
    18 set, 2017 Moitedo 08:53
    Força Costa se a direita pudesse derrubaba-te e punha Portugal outra vez no caus.
  • Rui
    17 set, 2017 Lisboa 22:53
    Os defensores da direita que por aqui vão comentando e insultando eu só faço uma pergunta quantas edps ctts e por aí fora é que este governo vendeu até agora ?
  • aref
    17 set, 2017 lisboa 18:37
    Será que alguém de bom senso, acredita neste pantomineiro...depois de tantas jogadas sujas que ele fêz,,
  • Hugo
    17 set, 2017 chaves 17:55
    Os PAFiosos andam de cabecinha perdida. Adoro.
  • Rita Sereno
    17 set, 2017 Lisboa 16:02
    Costa reduz tudo depois das eleições que se avizinham.Vai reduzir o diálogo com o PCP e BLOCO se vir que os resultados forem bons,mesmo com as desgeaças todas na governação.Entre elas incêndios que não há memória,Pedrógão (dinheiro do povo)guardado até ver.Tancos a vergonha, talvez a maior do mundo,não só pelo roubo,mas por tudo que foi dito depois pelo governo,incluindo costas e PS, e alguns responsáveis das Forças Armadas.Noutro País decente costa já não figurava como primeiro ministro.Por isso depois das eleições este personagem"sem palavra" muda logo de narrativa(tal como Sócrates) o fez várias vezes e o povo aplaudiu.Por isso ele sabe pelo menos duas coisas' que a comunicação social,parte,se vende e o povo ouve o que lhe dizem (algum), e os ingrediente usados são conhecidos e com propaganda enganosa tudo se consegue.Por isso as bengalas que hoje suportam o governo só vão fazer falta até não serem precisos.O povo esse não aprende e costa de ser castigado, mesmo que quem lhes promete sejam os mesmos que os fizeram vender as casas onde viviam,pagar mais impostos embrulhados em rebuçados, e depois é fácil mentir dizendo que a culpa foi daqueles que tiveram de urgência pedir dinheiro para pagar salários e pensões.E quando se vai ao banco com as calças na mão, eles querem tudo para emprestar.Foi o que aconteceu com a troika.Mas quem os meteu cá foi o PS de Sócrates e costa. Não foi Passos e Cristas.E o PCP E BLOCO tudo fizeram para isso acontecer.Eles ajudaram p/crescer.
  • Maria
    17 set, 2017 Porto 15:44
    Porque será que eu não consigo acreditar em nada do que ele diz?
  • Eborense
    17 set, 2017 Évora 15:16
    Daqui a 2 ou 3 anos é que vamos ver se é o melhor governo dos últimos 40 anos, ou o pior dos últimos 100. Esperemos que seja a 1ª hipótese, só que tenho muitas dúvidas. Muitas, mesmo.
  • mendes
    17 set, 2017 braga 15:12
    chamem lhe o que quiserem ja e o unico governo que so paga aos reformados com um ano de atraso se pagar eu estou a espera que me paguem o que me devem desde dezembro de 2016
  • H. Salles da Fonseca
    17 set, 2017 Lisboa 14:31
    Enquanto houver um Cêntimo de défice público, esse montante tem que ser financiado por títulos da dívida pública. Ou seja, esta afirmação do Primeiro Ministro significa que a partir de Outubro de 2017 deixa de haver défice, passa a haver superávites e assim a dívida começa a ser reduzida por mobilização desses saldos positivos. Para além de se tratar duma falácia eleitoralista para engodar trancosanos, o PCP e o BE não autorizariam a austeridade que esse esforço implicaria.
  • bobo
    17 set, 2017 lisboa e outra 14:29
    Não acredito no Socialismo e muito menos em António Costa. Costa um demagogo sem ética, um perigo como primeiro ministro e não só Investiguem o património