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Castelo de Montalegre vai entrar em obras

07 ago, 2017 - 12:31 • Olímpia Mairos

Intervenção marca o arranque da operação de recuperação "Castelos a Norte".
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O castelo de Montalegre vai entrar em obras de requalificação, esta semana. A fortificação vai ser alvo de uma intervenção arqueológica no âmbito da operação “Castelos a Norte”, cofinanciada pelo Programa Norte 2020, através do FEDER.

Considerado a sala de visitas de Montalegre, o imóvel, classificado como monumento nacional em 1910, dispõe de uma zona especial de protecção e tem estado fechado.

Até final de Agosto, irão também decorrer as operações de limpeza de vegetação no castelo de Monforte de Rio Livre, em Chaves, e no castelo de Outeiro, em Bragança, trabalhos que antecedem as intervenções previstas no âmbito da operação “Castelos a Norte”, um investimento de 2,3 milhões de euros a concretizar até final de 2019, que abrange, ainda, os castelos raianos de Mogadouro e Miranda do Douro.

O projecto de revitalização contempla acções de recuperação, divulgação e promoção turístico-cultural, com vista a “potenciar o usufruto dos monumentos pela população local e pelos turistas que acorrem à região cada vez em maior número”, anuncia, em comunicado, a Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN).

Fundados na Idade Média, no início da nacionalidade, os castelos “tiveram um papel importante na organização territorial e na protecção da fronteira nacional”, acrescenta o organismo, indicando que estas fortificações “com origem medieval foram objecto, ao longo dos séculos, de obras de manutenção e adaptação, nomeadamente à utilização de armas de fogo, a partir do século XVI, com a construção de fortificações abaluartadas”.

Segundo a DRCN, o conjunto de cinco castelos abrangidos pela operação Castelos a Norte “constituem um valor patrimonial, histórico e artístico relevante, tendo em consideração o ponto de vista da arquitectura militar, do património ou da sua própria história, que se confunde com a história de Portugal”.

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  • Noticias de Montaleg
    08 ago, 2017 01:37
    "A maior parte das Aldeias não tem saneamento básico, mas isso não impede a autarquia de avançar com obras dignas de um países produtores de petróleo." O POVO É SERENO!!