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"Operação Hermes". GNR regista 694 acidentes e dois mortos

17 jul, 2017 - 16:10

A segunda fase da operação decorreu nas estradas portugueses entre sexta-feira e domingo.
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A GNR registou 694 acidentes, dois mortos e 15 feridos graves durante a segunda fase da ‘Operação Hermes’, que decorreu nas estradas portugueses entre sexta-feira e domingo, indicou hoje a corporação.

Em comparação com o período homólogo de 2016, a segunda fase desta operação de reforço de patrulhamento durante as deslocações para férias registou, este ano, mais seis acidentes, igual número de mortos e menos cinco feridos graves, adianta a GNR, em comunicado.

Aquela força de segurança refere também que 234 pessoas sofreram ferimentos ligeiros, menos 26 do que no mesmo período de 2016.

A Guarda Nacional Republicana intensificou, entre sexta-feira e domingo, as ações de patrulhamento e apoio aos utentes das vias rodoviárias, com o objetivo de garantir a sua segurança durante os deslocamentos de e para os locais de férias e vários eventos realizados no verão.

Além do apoio aos condutores durante as viagens, foram também realizadas diversas ações de fiscalização, tendo os militares da GNR detido 132 condutores, 102 dos quais por condução com taxa de álcool no sangue (TAS) igual ou superior a 1,2 gramas/litro e 30 por falta de habilitação legal para a condução.

A GNR detetou ainda 4.164 infrações, sendo a maioria por excesso de velocidade (1.899), excesso de álcool (251), falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e cadeirinhas para crianças (142) e uso do telemóvel durante a condução (107).

A ‘Operação Hermes’ vai decorrer durante todo o verão, realizando-se as próximas fases da operação a 28 a 30 de julho (3ª fase), 11 a 13 de agosto (4ª fase), 25 a 27 de agosto (5ª fase) e 01 a 03 de setembro (sexta fase).


Comentários
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  • FIlipe
    17 jul, 2017 évora 18:26
    A GNR regista , regista e ponto final . Mas afinal quantos acidentes preveniu ? Se tivessem agentes nesses pontos de acidentes com o fim dissuasor ou fiscalizador , não tinha morrido ninguém . A quem interessa estas mortes ? Porque razão milhares de agentes permanecem nos quartéis roçando as calças dias úteis das 9h às 16h tratando de papeis que um qualquer civil com a 4ª classe antiga até melhor faz , pelo menos erros de Português não dava ... e gente a morrer nas estradas sem fiscalização , sem auxílio . Eu diria que a sorte em Portugal de não morrerem mais pessoas é porque entretanto as viaturas evoluíram nos sistemas de segurança e muita percentagem de condutores transita em auto estradas . Deixam as vias Nacionais e Municipais desertas de transito e mesmo assim morre-se em Portugal desta maneira , é porque não existe fiscalização preventiva !