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Português assassinado e abandonado a norte de Luanda

19 jun, 2017 - 23:46

Crime terá sido cometido por um gangue liderado pelo motorista do cidadão nacional.
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Um geofísico português, de 62 anos, foi assassinado em Angola alegadamente por um gangue liderado pelo seu motorista, tendo o corpo sido abandonado na barra do rio Dande, a norte de Luanda, confirmou esta segunda-feira à agência Lusa fonte ligada à investigação.

Os restos mortais da vítima, descobertos a 22 de Maio, foram agora trasladados para Portugal, depois de realizada a autópsia, que, segundo a mesma fonte, revelou que o crime terá sido cometido a 5 de Abril de 2017.

O móbil do homicídio terá sido a subtracção dos cartões de débito e crédito do português, que trabalhava em Angola, após este ter sido forçado a revelar os respectivos códigos, o que permitiu que tivessem sido feitos levantamentos de grandes importâncias das suas contas bancárias.

O motorista, que trabalhava com o geofísico há seis anos, e mais dois elementos do alegado gangue, estão em prisão preventiva, mas os investigadores do Serviço de Investigação Criminal (SIC) suspeitam do envolvimento de outras pessoas neste homicídio.

No sábado, antes de ter sido levantado o segredo de justiça imposta à investigação, o referido Serviço de Investigação Criminal realizou uma reconstituição do homicídio, que, segundo a mesma fonte, terá sido "premeditado e planeado desde 23 de Março", primeiro com o sequestro de Luís de Mendonça Torres e, depois, com o assassínio e abandono do corpo.

O cadáver foi encontrado já em decomposição, depois de um dos suspeitos ter confessado o local onde foi abandonado.

Comentários
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  • P/RRenascença
    20 jun, 2017 Do r-q-t-parta 12:50
    Mais um comentário para o ar, aliás nem o meu comentário nem esta noticia se aparecem. Provavelmente o meu comentário mostra racismo. Quer dizer os pretos matam, são criminosos, queixam-se de racismo e estão muitas vezes até com raiva dos países que os acolhem, porque mencionam que portuigal há 500 anos os submeteu á escravatura, vivem com ódio pelo passado, como se os de agora tivessem culpa,mas não se pode dizer nada, nem até chamá-los de pretos. Já estou farto de tanta hipocrisia e de ver tanta estupidez. O melhor mesmo é deixar andar o burro à vontade do dono. Talvez se fosse um branco a matar um preto em portugal, os pretos manifestavam-se todos de racismo, mas como são eles a matar temos que nos calar e aceitar, e nada de falar a palavra preto, é racismo! Como se eles me chamassem de branco e eu fosse me sentir ofendido. já cansa ver tanta estupidez, tanta coisa sem sentido. Ninguém está contra eles por causa da cor deles, mas sim por muitos serem criminosos, estúpidos e levarem a vida a se queixarem de racismo e não fazem nenhum.
  • 20 jun, 2017 aldeia 09:35
    Ajuste de contas?