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O estranho caso de Otto Warmbier

Morreu o americano libertado pela Coreia do Norte

19 jun, 2017 - 22:08

Estudante norte-americano tinha sido condenado a 15 anos de trabalhos forçados pelo regime de Pyongyang por tentar roubar um cartaz de propaganda.
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Morreu o estudante norte-americano que esteve preso na Coreia do Norte durante 17 meses. Otto Warmbier tinha sido recentemente libertado em estado de coma e repatriado para os Estados Unidos.

Otto Warmbier faleceu num hospital de Cincinnati, anunciou esta segunda-feira a família, em comunicado.

“Infelizmente, os horríveis maus-tratos tortuosos que o nosso filho recebeu às mãos dos norte-coreanos levaram a que nenhum outro desfecho fosse possível além do triste que experimentamos hoje”, lamentam os familiares do estudante norte-americano.

A Coreia do Norte libertou e repatriou Otto Warmbier, de 22 anos, para os Estados Unidos há cerca de uma semana.

O jovem encontrava-se em estado de coma desde Março do ano passado, pouco depois de ter sido condenado a 15 anos de trabalhos forçados pelo regime de Pyongyang.

Tinha sido preso por, alegadamente, tentar furtar um cartaz de propaganda de um hotel durante uma visita turística à Coreia do Norte.

Pyongyang, que libertou Otto Warmbier na semana passada por “motivos humanitários”, argumenta que o estudante norte-americano contraiu botulismo, uma tese já negada por médico nos EUA.

Comentários
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  • anticensura
    20 jun, 2017 Santarém 22:39
    Libertado! penso que de facto isto do 25 de Abril foi uma porta aberta para a propaganda perfeita do comunismo, felizmente não teve sucesso graças a alguns militares como Jaime Neves enquanto outros já estavam ao serviço do PCP, isto de fascismo afinal parece ter muitos amantes por cá, mas quanto ao infeliz americano que por se apoderar de uma propaganda politica lá do maioral do sítio que até poderia ser na intenção de fazer publicidade a tal besta nada me admira tendo em conta a insensatez de se meter num país daqueles o certo é que de seguida lhe trataram da saúde ao ponto de o porem em coma durante vários meses até talvez com experiências médicas e por fim quando se aperceberam que dali já nada mais havia a tirar e de que o indivíduo estava completamente arrumado para evitarem condenação maior por parte dos outros países decidiram enviá-lo ainda com vida para casa.
  • Eborense
    20 jun, 2017 Évora 15:12
    Enquanto os U.S.A não acabarem o ditador que governa este País, estas e outras atrocidades vão continuar.
  • P/RR
    20 jun, 2017 do car-lh- qu-t-fod- 14:18
    Fiz o meu comentário há mais de 4 horas e não publicarem. Há uma parva que todas as vezes que faz este programa quase nunca publica os meus comentários, já não é a primeira vez,. Deve ter se ofendido por eu me sentir indignado e dizer umas coisas que até é mais no sentido de indignação não é para por em prática, mas que este gordo banhudo que precisava de ser bem castigado, não haja dúvidas, mas continuando, coitada da moralista da RR só não compreende é o lado da vitima que foi morta pela estupidez deste gordo. R-te pa-tam!
  • P/RRenascença
    20 jun, 2017 dequalquerparte 11:40
    Eh pá o meu comentário, foi pelo cano abaixo? Então o que tem de mal o meu comentário? Aqui o grande mal é a lamentação a este jovem que perdeu a vida às mãos de um assassino impiedoso. Afinal continuamos a viver o antes do 25 de Abril de 74. Tristeza! Já me cansa tanta estupidez e tantas regras sem o mínimo de senso ou lógica.
  • Rosa Petinga
    20 jun, 2017 Mirandela 11:25
    Os regimes onde acenta a filosofia do PCP e BLOCO são assim.Querem para cá p mesmo.A pessoa humana para eles é descartável, só lhes interessa quando necessitam deles ou então quando lhe fazem frente, tratam da saúde, como fizeram na coreia.
  • 20 jun, 2017 aldeia 09:35
    Como é possível ainda existir isto neste mundo no sec xxi?
  • Arlindo
    19 jun, 2017 22:23
    Doloroso e mais indesculpável.Liberto para morrer.Até onde vai a desumanidade? Um cartaz de mera propaganda oficiosa motivo para condenação.Urge que se aprofunde a investigação e responsabilização