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Costa recebido em festa na terra onde tem família

12 jan, 2017 - 10:03 • Susana Madureira Martins ,enviada especial à Índia

O primeiro-ministro distribuiu abraços e beijos às pessoas que a ele se dirigiram e no meio da apertada segurança da polícia indiana.
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O primeiro-ministro foi alvo de uma recepção popular calorosa no bairro português das Fontainhas em Pangim e depois junto à casa da sua família em Margão, durante o último dia de visita de Estado à Índia.

No bairro português do centro histórico de Pangim, capital do Estado de Goa, numa manhã de calor intenso, António Costa tinha à sua espera centenas de goeses, parte deles de ascendência portuguesa, que o receberam de forma emotiva, em verdadeiro ambiente de festa.

Tal como nas campanhas eleitorais, uma banda animou o percurso do líder do executivo português pelas ruas Natal e de São Sebastião, as principais artérias deste bairro de arquitectura portuguesa.

Durante cerca de meia hora, Costa deu ininterruptamente abraços e beijos às pessoas que a ele se dirigiram e no meio da apertada segurança da polícia indiana (aparentemente pouco habituada a estas acções de rua com políticos) ainda conseguiu ter breves em conversas em português e em inglês.

Manuela Sousa, 85 anos, veio para Goa quando tinha 18 anos. À Renascença diz que a visita de Costa é marcante. "É muito importante para manter as relações. É sempre bem-vindo, é um goês que está numa situação muitíssimo boa. É uma honra para a terra”, afirma.

Mais adiante, Costa é interpelado por um homem que o questiona sobre a visita e sobre o encontro com o primeiro-ministro indiano.

"Muito promissora para o futuro. Esta é uma boa combinação: memória e futuro. Já fizemos acordos vamos agora pô-los em prática", respondeu.

Costa visitou também a casa da sua família.

"Na Índia há uma tradição em que os irmãos que não casam vão viver com os irmãos que casam e os nossos avós tinham muitos irmãos e só eles é que casaram. Portanto, nesta casa o meu e o meu tio foram criados não só pelos pais mas também por oito ou nove tios”, explicou o primeiro-ministro que foi recebido por uma prima e pela tia, com a promessa de um almoço tipicamente indiano.

Comentários
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  • graciano
    12 jan, 2017 alemanha 22:38
    uma vergonha este sr costa mete nojo anda a gozar a custa do povo nao ha dinheiro para pagar aos reformados mas ha dinheiro para ele dar a volta ao mundo uma vergonha estes jornalistas que andam com ele e lhe dao cobertura
  • A. FERREIRA
    12 jan, 2017 OEIRAS 19:10
    Não era preciso ir tão longe. Eu quando vou à minha terra também sou recebido com beijinhos e abraços. Mas só isso. Chouriços viste-os.
  • Carla Sacadura
    12 jan, 2017 Lisboa 13:02
    Costa é um covarde, Goa olha costa como uma parte de Portugal e ele foge de dizer seja o que for sobre aquelas terras que já lá desfraldaram ao vento a bandeira de Portugal.Costa foge de falar do nosso passado em Goa e gente assim ´só tem um nome "covarde". Os Goeses falaram de Portugal e da sua presença ali, costa falou do pai e da familia,simplesmente isto.Por isso cada vez mais sinto que o 1º ministro do meu País envergonha-me e tenho que o aguentar como tal porque foi eleito pelo PCP e pelo BLOCO e eu recuso-me aceitar gente desta que tem cartão de cidadão Português , mas o seu sentimento Pátrio está em algum outro local menos Portugal. É triste um Português que ama a sua Pátria e tem orgulho em tudo que foi feito pelos nossos antepassados ver agora um representante da minha Pátria envergonhar-se do passado e não ser capaz de enaltecer o que foi feito naquelas paragens por Portugal.Isto só tem um desabafo, METE-ME NOJO.
  • rosinda
    12 jan, 2017 palmela 12:36
    Este subiu dois pontos na minha consideracao nao esteve para se chatiar ! Preferiu ficar com os primos . Eu gosto de seguir a risca as medidas que um governo toma decretaram 3 dias de luto naciional cumpri esses dias rigorosamente deixei de ouvir radio e ver televisao! Nao esteve para se ralar subiu 2 pontos na minha consideracao!
  • Salafrário
    12 jan, 2017 Lisboa 12:13
    Virou-se o feitiço contra o feiticeiro ! Os portugueses andaram por lá, agora já cá temos monhês com a pata nos nossos pescoços e não tarda vêm faquires e encantadores de serpentes para acabar de nos lixar. TEMOS O QUE MERECEMOS, PORQUE SOMOS UMA CAMBADA DE COBARDES.