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Banco Alimentar recolheu 2.129 toneladas no fim-de-semana

05 dez, 2016 - 07:32

Bens vão ser distribuídos por um total de 2.700 instituições de solidariedade social, abrangendo mais de 426 mil pessoas carenciadas.
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O Banco Alimentar Contra a Fome recolheu 2.129 toneladas de alimentos no fim-de-semana, mais do que as 1.921 toneladas da última campanha, em Maio, mas menos do que as 2.270 angariadas há um ano.

Os alimentos vão agora ser distribuídos por um total de 2.700 instituições de solidariedade social, abrangendo mais de 426 mil pessoas “com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas”, indica um comunicado.

A campanha, que se realizou pela 50.ª vez, contou com 42 mil voluntários e envolveu mais de 2.000 superfícies comerciais de todo o país.

“Os milhares de quilos de alimentos doados e o número de voluntários envolvidos mostram que as pessoas responderam uma vez mais ao apelo, partilhando com as famílias que não têm pão na sua mesa. Apesar das grandes dificuldades pelas quais passam ainda muitas famílias portuguesas, inúmeros são aqueles que não se conformam e estão disponíveis para partilhar e assim ajudar a minorar as dificuldades dos seus concidadãos”, afirmou Isabel Jonet, Presidente da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome, citado no comunicado.

Além dos produtos básicos como leite, arroz, massas, enlatados e cereais, foram também doados nesta campanha “alimentos que permitirão alegrar a mesa de Natal”, como bacalhau, chouriço ou chocolates.

A acção solidária continua até 11 de Dezembro no site www.alimentestaideia.pt e através de vales disponíveis nos supermercados.

As campanhas do Banco Alimentar decorrem duas vezes por ano, contando também a organização com contributos da indústria agroalimentar, agricultores, cadeias de distribuição e operadores dos mercados abastecedores, que doam excedentes alimentares.

Em 2015, os 21 bancos alimentares a operar do país distribuíram 27.370 toneladas de alimentos.

Comentários
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  • Justo
    05 dez, 2016 leiria 10:02
    Não sei se toda a gente se apercebe ao comprar para dar, Quem é que ganha e muito? São quem vende! Sou mais de acordo que os hipermercados e outros fossem eles a dar porque o povo todo o ano que compra lá! Mais podiam recorrer aos produtores, grossistas, intermediários.