O site da Renascença usa cookies. Ao prosseguir, concorda com o seu uso. Leia mais aqui.
|
A+ / A-

Supremo do Brasil decide levar presidente do Senado ao banco dos réus

01 dez, 2016 - 22:20

Caso remonta a 2007, quando Renan Calheiros foi acusado de receber subornos da Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira.
A+ / A-

A maioria dos juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil decidiu esta quinta-feira que o presidente do Senado, Renan Calheiros, será arguido por peculato, desvio de dinheiro público.

Em cima da mesa, que reúne onze magistrados, estão também as acusações contra Renan Calheiros de falsidade ideológica e uso de documentos falsos, sobre as quais ainda não foi alcançada uma maioria até ao momento para uma tomada de decisão.

O caso remonta a 2007, quando Renan Calheiros foi acusado de receber subornos da Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira.

Em troca, a empresa terá pago a pensão de uma filha de Renan Calheiros.

O político terá adulterado documentos para justificar os pagamentos.

A acusação levou Renan Calheiros a demitir-se do cargo de presidente do Senado, mas voltou a ser eleito para a função em 2013.

O presidente da câmara alta do Congresso é um importante dirigente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e um homem próximo do Presidente brasileiro, Michel Temer, do mesmo partido.

Renan Calheiros é alvo de outras onze investigações no STF, sendo a maior parte delas relacionadas com a Operação Lava Jato, que investiga um mega esquema de corrupção na petrolífera estatal Petrobras.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Brazuca
    02 dez, 2016 Conchinchina 00:54
    Na foto em cima vemos a fina flor da ladroagem brasileira.