O site da Renascença usa cookies. Ao prosseguir, concorda com o seu uso. Leia mais aqui.
|
A+ / A-

Paulo Macedo pode ser o próximo presidente da Caixa Geral de Depósitos

01 dez, 2016 - 20:08

Ex-ministro da Saúde é uma nomeação política, mas desta feita de um partido diferente do Governo.
A+ / A-

Paulo Macedo terá sido convidado pelo Governo para assumir os destinos da Caixa Geral de Depósitos (CGD), depois da saída de António Domingues.

A notícia está a ser avançada pela SIC e pelo “Diário de Notícias”, mas carece ainda de confirmação oficial.

António Costa já tinha afirmado que o nome do próximo presidente do banco público seria conhecido até ao fim da semana e fonte citada pela SIC diz que, “se não houver azares”, os nomes da equipa de Paulo Macedo seguem já na sexta-feira para o Banco Central Europeu.

Também a Lusa cita uma fonte próxima do processo que diz que o Governo está a trabalhar com Paulo Macedo “na construção de uma nova equipa executiva para a CGD”.

A mesma fonte afirma que não existe "qualquer dificuldade" e que "o processo não teve qualquer intervenção do Presidente da República", uma vez que este assunto "está a ser liderado pelo ministro das Finanças".

Depois da experiência mal sucedida de António Domingues, o Governo volta a apostar numa nomeação política para chefiar a CGD, mas desta feita com uma proposta ligada ao PSD. Paulo Macedo foi ministro da Saúde no Governo de Pedro Passos Coelho.

O “Diário de Notícias” afirma na sua edição "online" que Paulo Macedo terá recusado um primeiro convite do Governo mas que, perante a pressão exercida pelo Executivo, estará prestes a aceitar o desafio.

[Notícia actualizada às 22h19]



Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.