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Reportagem multimédia

A mesquita prometida

13 jul, 2016 - 16:08 • João Carlos Malta , Joana Bourgard , Rodrigo Machado

Na Mouraria, em Lisboa, haverá uma nova praça que é polémica mesmo antes de existir. Tem todos os condimentos: há um novo desenho urbanístico que é contestado, há a discussão da legitimidade do Estado financiar um templo religioso, há fogachos de islamofobia e há um homem que viu tudo isto cair-lhe em cima. António, dono de dois prédios na zona que foram expropriados, sente que está a travar uma guerra em que ele é o David.
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Comentários
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  • mara
    07 abr, 2017 Portugal 17:55
    Quem não tem religião não ou as autoridades não devem construir templos religiosos tal como diz HLX, estou de acordo, mas também Estado ou autoridades locais não devem destruir ermidas sem autorização prévia da Diocese, e sem ouvir as populações, este o caso da capela do S. Miguel em S. Teotónio...
  • mara
    05 abr, 2017 Portugal 19:09
    Caro (a) Mafurra Os Árabes foram os últimos povos que invadiram a Península Ibérica, virem novamente invadirem-nos é impensável, se nós agora em pleno século XXI fossemos invadir os territórios conquistados por Portugal na Idade Média seria uma loucura, temos mais é que viver na Paz, Amor , Respeito e na Concordia.
  • Fernando Barros
    23 mar, 2017 Lisboa 15:55
    É inacreditável as imbecilidades que se fazem em nome do politicamente correcto.
  • mara
    22 mar, 2017 portugal 10:03
    Se eu e um grupo de católicos ou de outras confissões Cristãs ou não Cristãs formos viver para Países Árabes, os Governos expropriam casas aos proprietários para fazerem Igrejas onde possamos celebrar os nossos Credos Religiosos? Duvido isto é uma loucura.
  • mara
    18 mar, 2017 Portugal 13:04
    A Europa está a autodestruir-se, uma vergonha o que esta gente está a fazer, qualquer dia nós as mulheres andaremos de burka e os nossos homens de saias e turbantes...Voltem Afonsos Henriques...Quanto à Mesquita não concordo eles que a construam, em S. Miguel paróquia de S. Teotónio foi destruída uma Ermida em honra de S. Miguel o povo desta povoação tem muita pena do que foi feito e a Ermida não é reconstruída, enfim são Portugueses...
  • HLX
    29 jan, 2017 Lisboa 15:53
    Aqui não se trata de islamofobia. O Estado, eu, nós, não temos de pagar templos religiosos. Quem professa a religião que os pague. Portugal é um Estado laico, é muito grave que custeie templos religiosos, é contra todo e qualquer princípio de um Estado laico.
  • Paulo
    19 jan, 2017 Olhão 13:00
    Sou contra - 1º porque se vai destruir património edificado de interesse, 2º porque o Estado (ou as câmaras) não têm que financiar templos e 3º porque ouvi dizer que se trata de uma mesquita especialmente dirigida para a comunidade do Bangla Desh e 4º porque ouvi dizer que essa mesma comunidade argumenta que a mesquita da Praça de Espanha é muito longe. Cá na minha deve ser porque os do Martim Moniz devem pertencer a um ramo diferente do islamismo (não sei) mas se for isso ainda menos estou de acordo - só faltava construir uma mesquita por cada corrente ou nacionalidade. Aluguem um armazém e rezem. Ou paguem tudinho até ao último cêntimo terreno e projectos incluídos.
  • Antonio Rodrigues
    25 dez, 2016 Viseu 16:45
    O apoio do governo português a um futuro centro de terrorismo em Portugal. Tantas coisas que eu aqui escrevo e todas batem certo.
  • Antonio Rodrigues
    25 dez, 2016 Viseu 16:45
    O apoio do governo português a um futuro centro de terrorismo em Portugal. Tantas coisas que eu aqui escrevo e todas batem certo.
  • Mafurra
    07 dez, 2016 Lisboa 22:43
    Ainda se fosse uma religião respeitadora...não tinha nada a contestar. Mas estar a construir Cavalos de Tróia para quem já disse que quer reconquistar o Al Andaluz, acho uma verdadeira estupidez. Além disso já têm uma mesquita na Praça de Espanha. Carregada de simbolismo, Agora no Martin Moniz também carregado de simbolismo para esses "reconquistadores"... Ás tantas é tarde. Muito tarde !