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Estado Islâmico reivindica ataques em Bruxelas e anuncia "dias negros"

22 mar, 2016 - 15:24

Estado Islâmico reivindica explosões em Bruxelas, avança a agência Reuters que cita agência noticiosa próxima do grupo terrorista.
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O autoproclamado Estado Islâmico (EI) reivindicou os ataques em Bruxelas. Num comunicado, o grupo terrorista garante que "virão dias negros como resposta à agressão contra o EI".

Antes deste comunicado, as três explosões verificadas na capital belga já tinham sido atríbuidas ao EI.

"Combatentes do Estado Islâmico cometeram uma série de ataques à bomba com cintos de explosivos e engenhos, na terça-feira, visando um aeroporto e uma estação de metro no centro da capital belga, Bruxelas", afirma a A'maq, agência noticiosa próxima do grupo terrorista.

O Governo belga declarou três dias de luto nacional, anunciou o ministro da Administração Interna.

Os atentados terroristas em Bruxelas fizeram 34 mortos, avançam vários meios de comunicação social.

A polícia belga está a realizar uma série de buscas domiciliárias na zona à volta de Bruxelas após as explosões no aeroporto e no metro da capital. A informação é avançada pela emissora pública RTBF.

Já a emissora privada VTM revela que a polícia descobriu um cinto explosivo no aeroporto internacional de Bruxelas, onde ocorreram as duas explosões, e uma metralhadora Kalashnikov junto ao corpo do atacante, que foi abatido pelas forças de segurança.

O nível de alerta terrorista foi elevado para quatro, o máximo da escala, na sequência das explosões desta manhã, no aeroporto e no metro. “Fiquem onde estão”, apela o centro de crise da Bélgica a todos os cidadãos.


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  • Fernando Jorge
    23 mar, 2016 Porto 11:14
    Sr. Leonardo, os policias são treinados de forma peculiar e muitas das suas tácticas passam despercebidas ao olho comum e ao bom senso dos cidadãos. É possível que o sr que saiu do prédio não tenha sido estúpido ao ponto de se colocar ao pé dos policias. Secalhar apercebeu-se que os policias estavam a vigiá-lo. O problema é se ele descobriu que afinal a "calma" policial afinal poderia ser fachada e uma das suas reacções possa ter sido a fuga. Se eu fosse policia, tentaria chegar aos suspeitos o mais calmamente possível para ter uma conversa ponderada e uma detenção discreta e controlada e evitando ao máximo fugas. Porquê? Porque numa fuga pode acontecer troca de tiros, reféns, além do fato de alertar outros criminosos no local a fugir. Sem contar com outras possíveis consequências indetermináveis. É o meu ponto de vista.
  • Pedro Lopes
    22 mar, 2016 Lisboa 20:04
    Claramente não sao bombas ou presença militar que provoca o terrorismo! É o facto de vivermos livremente!
  • tuagtento
    22 mar, 2016 amarante 19:29
    A Europa, decadente, hipócrita e em declínio, que se baixa a todo o tipo de chantagem, como agora se viu com a Turquia, com a entrada de centenas de milhares de muçulmanos na Europa, estava a espera de que? Aprendam com os Russos como se combate esses muçulmanos assassinos e terroristas do DAESH.
  • paulo
    22 mar, 2016 lisboa 19:22
    caro viriato, a julgar pela sua mentalidade, de facto com gentre como voce, ocidente esta mesmo em declinio a serio, essa do declinio faz-me rir. se o ocidente esta em declinio, quem esta a subir? brasil, o pais das favelas e que ja esta em queda? russia, com grande parte em probreza? a evolucao da sociedade nao se mede so pelo dinheiro gerado, ha tambem factores como educacao, saude, bem estar... enfim, papagios a repetir o que ouvem ha muitos como voce
  • Soldier
    22 mar, 2016 Herzlyia 19:13
    Ainda em Bruxelas estão a contar os mortos e já se vem aqui comentadores a dizer que a culpa disto é dos sacanas dos ocidentais e que os muslimzinhos não tem culpa de nada, coitados. Até impressiona.
  • Zás
    22 mar, 2016 lisboa 19:02
    O auto proclamado estado islâmico sobrevive com o rendimento do que vende aos ocidentais capitalistas e hipócritas. Em vez de lhe fornecerem armamento, alimentação, medicamentos e comprarem petróleo cortem relações comerciais com estes vermes e verão. Nem será preciso andar lá a bombardeá-los, pois acabam por se extinguir.
  • António Costa
    22 mar, 2016 Cacém 18:50
    As encomendas de armas estão a chegar demasiado depressa para que os nossos amigos vendedores de armas tenham tempo de esfrega as mãos. Os "dias negros" começaram quando os "Chamberlain" cá do burgo acharam que a tolerância à diferença é inata ao ser Humano. Pois é, a tolerância tem de ser ensinada senão acaba-se como na "Primavera árabe". O chamado multiculturalismo é muito bonito, mas para existir tem que se ensinar às pessoas NÃO SE ATIRAM PEDRAS ao outro!
  • Ali Babá
    22 mar, 2016 Irakunita 18:49
    O problema maior quanto a mim, são os nossos politiqueiros interesseiros (europeus e não só) que em vez de resolverem os problemas dos seus Países e das pessoas que (des)governam, só se preocupam com os seus umbigos! Por exemplo em relação aos jovens, quais são as perspetivas de vida que estes politiqueiros ricos lhes garantem?
  • Leonardo
    22 mar, 2016 Massamá 18:39
    Deixem de escutar os telefones, levantem-se das cadeiras e venham para a Rua, os Bombistas de Paris e Bruxelas viviam nos Bairros ao pé dos atentados, não usam é telefones nem emails para combinar os atentados, vi ontem em plena televisão um sujeito a sair de uma habitação objecto de busca pela polícia com 3 polícias à porta e só se aperceberam de quem era quando começou a correr, e então deram-lhe um tiro, se ele não corre e puxasse por um cigarro não lhe acontecia nada, é que que dá a entender a quem vê as imagens, por amor de Deus, o sujeito a sair da casa de habitação em busca policial não saía era logo agarrado, coisa que os polícias não fizeram, e isto vai piorar, não tenham dúvidas.
  • Mafurra
    22 mar, 2016 Lisboa 18:28
    A resposta devia ser mais uns bons ataques aéreos, de preferência matando mais uns quantos "chefes". No entanto enquanto a Arábia Saudita os ajudar isto vai continuar. E a maior hipocrisia é que há países ocidentais a vender-lhes armas. E parece que NINGUÉM está interessado em acabar com isto. Pode ser que um dia se venham a descobrir os nomes dos que estão por trás disto tudo. Quero ver se depois não os encostam a uma parede...