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Maria de Belém vs Paulo Morais. Candidata não admite ataques de carácter

01 jan, 2016 - 22:53

Foi intenso o segundo debate entre candidatos à Presidência da República. As eleições realizam-se a 24 de Janeiro.
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Maria de Belém não admite ataques de carácter na campanha eleitoral. O aviso foi deixado pela candidata à Presidência da República no debate desta noite na SIC Notícias.

A afirmação surge depois de ouvir o seu rival Paulo Morais dizer que a ex-ministra da Saúde participou em governos onde foram aprovadas leis que promovem a corrupção.

“Acho que não estamos aqui como juízes do meu carácter. Era só o que faltava, nem eu me posso sujeitar a isso, nem reconheci essa capacidade ao nosso candidato”, reagiu.

“Penso que seria importante discutir os nossos programas”, acrescentou.

O combate à corrupção, que é um pressuposto para Maria de Belém e a prioridade para Paulo Morais, e a solução para o Banif, foram os temas que acabaram por dominar o frente-a-frente entre os dois candidatos.

No que diz respeito ao Banif, Paulo Morais afirmou estar liminarmente contra a solução encontrada pelo Governo, enquanto Maria de Belém, apesar de apontar falhas, se mostrou mais concordante com uma resposta que decorre, em grande parte, da integração europeia.

Este foi o segundo debate da ronda que vai opor os candidatos presidenciais e que começou com Marisa Matias e Sampaio da Nóvoa. Depois de Maria de Belém e Paulo Morais, seguiram-se Henrique Neto e Edgar Silva. A fechar a noite, um debate a quatro: Marcelo Rebelo de Sousa, Vitorino Silva (mais conhecido como Tino de Rans), Cândido Ferreira e Jorge Sequeira.

A afirmação surge depois de ouvir o seu rival Paulo Morais dizer que a ex-ministra da Saúde participou em governos onde foram aprovadas leis que promovem a corrupção.

“Acho que não estamos aqui como juízes do meu carácter. Era só o que faltava, nem eu me posso sujeitar a isso, nem reconheci essa capacidade ao nosso candidato”, reagiu.

“Penso que seria importante discutir os nossos programas”, acrescentou.

O combate à corrupção, que é um pressuposto para Maria de Belém e a prioridade para Paulo Morais, e a solução para o Banif, foram os temas que acabaram por dominar o frente-a-frente entre os dois candidatos.

No que diz respeito ao Banif, Paulo Morais afirmou estar liminarmente contra a solução encontrada pelo Governo, enquanto Maria de Belém, apesar de apontar falhas, se mostrou mais concordante com uma resposta que decorre, em grande parte, da integração europeia.

Este foi o segundo debate da ronda que vai opor os candidatos presidenciais e que começou com Marisa Matias e Sampaio da Nóvoa. Depois de Maria de Belém e Paulo Morais, seguiram-se Henrique Neto e Edgar Silva. A fechar a noite, um debate a quatro: Marcelo Rebelo de Sousa, Vitorino Silva (mais conhecido como Tino de Rans), Cândido Ferreira e Jorge Sequeira.

Comentários
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  • José Sousa
    02 jan, 2016 Auckland 15:43
    Em boa verdade, deve-se falar do carácter de tds os políticos q pactuaram e foram coniventes com tudo o q se passou nos últimos anos. E sim, se os políticos tivessem vergonha deviam sentir a mácula e fardo de serem políticos. Qualquer político sério deveria começar o seu mandato a pedir desculpa pela pouca vergonha q se passou e passa em Portugal. Esteja envolvido ou não. É uma questão de educação e respeito. Em vez disso somos brindados por boys arrogantes e sem educação ou vergonha ...
  • Tino
    02 jan, 2016 Rans 11:35
    Coitada da Maria de "Ninguém", poderia e deveria estar sossegadinha em casa e ainda se mete em funções! Depois sujeita-se a ouvir as verdades...mais ou menos secretas (que julgava ela nunca viriam à baila)!