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Música também recebe ajudas europeias

27 mai, 2015 - 14:21 • Teresa Almeida

No espaço Euranet, destacamos o exemplo da Escola Profissional de Música de Espinho, que utilizou dinheiros da Europa para desenvolver o ensino da música em Portugal.
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Hoje vamos falar de como usar o dinheiro da Europa para a Educação. O Fundo Social Europeu investe cerca de 10 mil milhões de euros por ano em iniciativas concretas, que permitam aos cidadãos da União Europeia melhorar as capacidades e aposta na formação para facilitar o acesso ao mercado de trabalho.

No período de 2014 a 2020 Portugal vai disponíveis 7.500 milhões de euros. Ao longo dos anos, muitas têm sido as entidades a usar os fundos. É o caso da Escola Profissional de Música de Espinho que nasceu em 1989 para formar uma geração de músicos portugueses de excelência. Estão espalhados por escolas, universidades e orquestras, não só nacionais como europeias.

Na reportagem da jornalista Teresa Almeida fomos conhecer três exemplos de como o investimento na música, foi uma aposta ganha. Há cada vez mais jovens e com maior qualidade a sair das faculdades na área musical. A maior parte inicia o percurso bem cedo, e com vontade de fazer carreira no estrangeiro. Fomos encontrar muitos deles a investir num futuro no mundo das notas e dos sons, na Escola Profissional de Espinho.

Uma das duas escolas profissionais pioneiras na candidatura a fundos europeus para investir no ensino da música foi a Escola de Música de Espinho. A Renascença entrevistou o director pedagógico da escola. Alexandre Santos, admite que a ajuda europeia foi essencial para democratizar e criar excelência no panorama da música instrumental e de orquestra em Portugal.

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