A+ / A-
EUA

​Diretor de campanha aceita colaborar com a justiça. Más notícias para Trump?

14 set, 2018 - 17:43

Paul Manafort declarou-se culpado de dois crimes: conspiração contra os Estados Unidos e conspiração para obstruir a justiça.
A+ / A-

Paul Manafort, antigo diretor de campanha de Donald Trump, declarou-se esta sexta-feira culpado e aceitou colaborar com a investigação à interferência russa nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016.

Manafort chegou a um acordo com a equipa liderada pelo conselheiro especial Robert Mueller, que está a tentar apurar o nível de influência da Rússia no escrutínio que elegeu o candidato republicano Donald Trump.

Poderá ser uma personagem fundamental para perceber se houve um não conluio entre a campanha de Trump e agentes do Estado russo.

O antigo diretor de campanha de Donald Trump, de 69 anos, declarou-se esta sexta-feira culpado de dois crimes: conspiração contra os Estados Unidos e conspiração para obstruir a justiça.

Cinco outras queixas foram retiradas ao abrigo do acordo com o Ministério Público norte-americano.

Numa mensagem publicada a 22 de agosto, no Twitter, o Presidente norte-americano deixou palavras de elogio para Manafort por, ao contrário do advogado Michael Cohen, ter recusado um acordo com a justiça.

"Ao contrário de Michale Cohen, ele recusou quebrar - não inventou histórias para conseguir um acordo. Muito respeito por este homem corajoso", disse Trump.

Noutro processo, Paul Manafort foi condenado no mês passado por fraudes fiscal e bancária.

Tópicos
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Anónimo
    15 set, 2018 19:31
    Se o Trump queria a Hillary presa, devia tê-la contratado para trabalhar com ele.
  • Times
    15 set, 2018 lisbao 15:48
    Esclarecer que independentemente do processo algo que seja imputado a Trump tem que passar na Camara dos Representantes e Senado.Um impeachmann q nunca aconteceu EUA iria abrir precedente altamente perigoso .Nixon demitiu-s não foi impeachman.Trump qdo é noticia vende.O NY TIMes e outros aumentaram tiragens desde Trump logo o negócio está correr bem.Os talk shows aumentam audiências,os midia estão agora na maior.