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EUA. Furacão perde força mas continua “extremamente perigoso"

12 set, 2018 - 20:02

“Florence” segue com ventos máximos de 205 quilómetros por hora.
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Furacão Florence. "O desastre está à porta e vai entrar"
Furacão Florence. "O desastre está à porta e vai entrar"

O furacão “Florence” baixou para a categoria 3, mas continua a ser "grande e extremamente perigoso", anuncia o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos.

Na mais recente atualização, o furacão estava a cerca de 700 quilómetros a sudeste de Wilmington, na Carolina do Norte, movendo-se a 26 quilómetros por hora.

O “Florence” está agora na categoria 3 na escala de Saffir-Simpson, de cinco níveis, com ventos máximos de 205 quilómetros por hora.

Segundo o centro, algumas flutuações na força do furacão são esperadas até quinta-feira, dia em que é expectável chegar a terra.

O “Florence” deve perder força quando parar de retirar energia das águas quentes do oceano, mas ainda é esperado que chegue a terra como um furacão extremamente perigoso.

O governador da Geórgia, nos Estados Unidos da América, declarou hoje o estado de emergência para todos os 159 condados, uma vez que os meteorologistas admitem a possibilidade de o furacão Florence alterar a sua rota para sudoeste.

A declaração do governador surgiu depois de o Serviço Meteorológico Nacional norte-americano admitir a possibilidade de o furacão alterar a sua rota e virar para sudoeste à medida que se aproxima da Carolina do Norte e da Carolina do Sul, também em estado de emergência assim como a Virgínia.

Também foi anunciado que o Mississipi está a enviar membros da Guarda Nacional e trabalhadores de busca e salvamento para as áreas que podem ser afetadas pelo furacão.

Numa mensagem de vídeo emitida pela Casa Branca, o Presidente norte-americano, Donald Trump, disse que o governo está "completamente preparado" para o furacão Florence, mas pediu às pessoas para terem todos os cuidados.

"Não brinquem com ele. É um dos grandes", afirmou.

O “Florence”, que já obrigou à retirada de mais de um milhão de pessoas, pode ser um dos furacões mais destruidores das últimas décadas na costa atlântica dos Estados Unidos, alertaram especialistas.

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