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FC Porto

Sérgio antevê grupo renhido na Champions e recorda ídolo de infância

12 set, 2018 - 12:53

Segundo o técnico do FC Porto, "qualquer equipa pode vencer ou terminar em último no grupo da Liga dos Campeões".
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Sérgio Conceição, em entrevista ao Magazine da Liga dos Campeões, falou sobre os seus ídolos de infância, sobre o estilo de jogador que prefere e o grupo da liga milionária.

Questionado sobre as condições necessárias num jogador para o sucesso, Conceição estabeleceu alguns parâmetros. "Primeiro é preciso qualidade, isso é fundamental. Tudo o resto pode ser trabalhado e melhorado. Mas há mais um aspeto crucial que os jogadores não devem perder para chegar ao nível mais alto: paixão pelo jogo".

"Quero que os meus jogadores sejam apaixonados pelo futebol", poder ainda ler-se nas declarações do técnico dos dragões, reproduzidas no site do clube.

Conceição admite que o talento não chega para um jogador ser bem sucedido, e dá o exemplo de João Pinto, antigo lateral direito do FC Porto, que "não era forte tecnicamente mas encarnava o espirito do clube".

O treinador do FC Porto diz que os dragões "não mudam o estilo de jogo consoante o adversário", mas reconhece que "conhecer as forças e fraquezas do adversário é essencial para vencer um jogo".

Schalke 04, Galatasaray e Lokomotiv pela frente

Sérgio Conceição acredita que o grupo da Liga dos Campeões frente ao Schalke 04, Galatasaray e Lokomotiv Moscovo é "similar" ao da temporada passada.

"Vamos defrontar o campeão turco, o segundo classificado do campeonato alemão e o campeão russo. É um grupo muito equilibrado e qualquer equipa pode vencer o grupo ou terminar em ultimo. Vai ser interessante. As equipas têm um nível semelhante e a qualificação vai ser mais difícil devido a esse cenário".

O treinador do FC Porto recordou ainda momentos de infância e destaca Diego Maradona como principal ídolo, pela "forma como abordava o futebol, como se fosse futebol de rua, pensando sempre fora da caixa".

"Acho que essa é a essência do futebol. Como jogador, eu era muito rígido e disciplinado, mas o futebol também precisa de ser encarado com um pouco de irreverência e ele personificava essa irreverência. Depois, quando fui para o FC Porto aos 16 anos, passei a admirar jogadores como João Pinto, Jaime Magalhães, Fernando Gomes ou Rabah Madjer, as grandes figuras do FC Porto", rematou.

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