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Papa diz que Obras de Misericórdia "são estrada do amor que Jesus ensina"

08 jun, 2018 - 15:46

Papa assinalou a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus na eucaristia a que presidiu, esta sexta-feira, na capela da Casa Santa Marta, onde reside.
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O Papa afirmou, esta sexta-feira, que Deus “é o primeiro a amar” a humanidade, sendo depois preciso homens e mulheres que coloquem em prática as Obras de Misericórdia.

“Deus é assim: sempre por primeiro. Ele espera-nos por primeiro, ama-nos por primeiro, ajuda-nos por primeiro”, disse Francisco, na capela da Casa Santa Marta, durante a eucaristia a que presidiu nesta sexta-feira em que a Igreja Católica assinala a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Segundo Francisco “a grandeza maior expressa na menor das pequenezas”, por “último” Deus enviou “o seu Filho” que ensinou como deve ser a atitude cristã, no “famoso protocolo” das Obras de Misericórdia.

“As obras de misericórdia são justamente a estrada do amor que Jesus nos ensina em continuidade com este amor de Deus, grande! Com este amor sem limites, que se aniquilou, se humilho+u em Jesus Cristo; e nós devemos expressá-lo assim”, desenvolveu.

Neste contexto, o Papa realçou que “não são necessários grandes discursos sobre o amor”, mas homens e mulheres “que saibam fazer essas pequenas coisas por Jesus, para o Pai”.

Francisco observou que as Obras de Misericórdia são “a continuidade deste amor, que se rebaixa, chega” às pessoas e têm de continuar.

“Deus, como manifesta o amor? Com as grandes coisas? Não: rebaixa-se, rebaixa-se, rebaixa-se com esses gestos de ternura, de bondade. Faz-se pequeno, aproxima-Se. E com esta proximidade faz-nos entender a grandeza do amor. O grande deve ser entendido por meio do pequeno”, desenvolveu.

Na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Congregação do Clero convidou os sacerdotes a “viver” a solenidade “diante do quadro evangélico da Transfiguração”.

Segundo o documento da Santa Sé, os presbíteros podem “colher três pequenos passos” que vão ajudar “a confirmar a adesão ao Senhor” e a renovar a vida sacerdotal: “Subir ao alto, deixar-se transformar, ser luz para o mundo”.

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