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Três meses internado à força, sem nunca ter sido avaliado

08 nov, 2014

Sujeito a medicação anti psicótica durante três meses, Carlos Rodrigues acabou por ser libertado de um local onde nunca devia ter entrado.
Neste noticiário: Carlos Rodrigues foi internado compulsivamente num hospital psiquiátrico sem estar doente; Govenro desconhece, oficialmente, morte de alegado jihadista portugês na Síria; Infanta Cristina constituída arguida por fraude fiscal; os convocados de Fernando Santos; Jóias de Wallis Simpson em leilão.
Na edição deste sábado o Em Nome da Lei analisa o caso de um homem de 42 anos internado compulsivamente num hospital psiquiátrico sem nunca ter estado doente.

Carlos Rodrigues foi dado como sendo portador de anomalia psíquica grave e representando um perigo. Foi parar ao hospital sem nunca ter sido visto por um psiquiatra.

“Nunca tive qualquer comportamento social passível de ser tratado como uma doença mental”, insiste.

Esteve internado durante três meses, com base apenas no depoimento da família e de uma psiquiatra que o declarou louco e perigoso, sem nunca o ter avaliado.

Durante os três meses em que esteve internado, contra a sua vontade, foi sujeito a medicação à base de anti psicóticos.

Um caso que é o tema da edição deste sábado do Em Nome da Lei, moderado pela jornalista Marina Pimentel. O Em Nome da Lei vai para o ar todos os sábados, depois do noticiário das 12h00.