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Portugal destaca-se na redução da mortalidade

13 dez, 2012 • António José Soares

Nas últimas quatro décadas a população mundial ganhou mais de 10 anos de esperança de vida, conclui estudo publicado na revista “The Lancet”.

Portugal é um dos países do mundo que registaram melhores progressos na mortalidade infantil e de jovens-adultos, segundo o estudo “Peso global das doenças 2010”, publicado esta quinta-feira na revista “The Lancet”.

Os óbitos em crianças até aos 5 anos baixaram no nosso país 97,3%, de 12.357 casos em 1970 para os 326 registados em 2010. Na maior parte dos países também se registaram quebras, mas não tão significativas.

No mesmo período, em Portugal, as mortes em jovens-adultos dos 15 aos 49 anos desceram 28,7 %, já em termos mundiais cresceram 44%, em parte devido  à infecção pelo VIH/SIDA.

Mesmo assim, nas últimas quatro décadas a população mundial ganhou mais de 10 anos de esperança de vida, conclui o relatório publicado na revista “The Lancet”. 
 
O estudo revela que a esperança de vida dos homens aumentou 11,1 anos, entre 1970 e 2010, de 56,4 para 67,5. Já nas mulheres, a esperança de vida aumentou 12,1 anos, de 61,2 anos  em 1970 para 73,3 anos em 2010. 

Nesse ano as mulheres japonesas eram as que tinham maior esperança de vida, enquanto para os homens a Islândia era o país com melhores resultados.

No extremo oposto, o Haiti tinha a mais baixa esperança de vida em ambos os géneros, sobretudo, devido ao sismo de Janeiro de 2010.