Ouvir Emissão
Acabou de Tocar SUPERTRAMP - GIVE A LITTLE BIT Acabou de Tocar

Últimas NotíciasPaísMundoPolíticaEconomiaReligiãoCulturaSaúde e CiênciaInfo A-ZEspeciaisPodcast

"Fim do Serviço Nacional de Saúde é a morte dos mais carenciados"

  • Áudio Arménio Carlos diz que Governo prepara mais austeridade

  • Áudio Lino Maia diz que é necessário e possível salvar o SNS

O presidente da CNIS considera que é “necessário e possível” salvar o SNS.
11-04-2012 23:23

O presidente da Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade (CNIS) alerta que o "fim do modelo social europeu e do Serviço Nacional de Saúde é o fim, a morte, dos mais carenciados, dos mais pobres, dos mais desfavorecidos”.

Depois do ministro Paulo Macedo ter admitido esta quarta-feira, no Parlamento, que o Governo não está em condições de garantir a continuidade do SNS tendencialmente gratuito, o padre Lino Maia lança um apelo à reflexão.

No final de uma reunião com o secretário-geral da CGTP, o presidente da Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade afirmou que é “necessário e possível” salvar o Serviço Nacional de Saúde.

Para o padre Lino Maia, “um Estado que não se preocupe com o futuro dos mais desfavorecidos é um Estado que não tem razão de ser”.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, considera que as declarações do ministro da Saúde inserem-se na estratégia do Governo de preparar os portugueses para novas medidas de austeridade.

"Aquilo que nós dizemos aos portugueses é que é hora de estarem alerta e é hora de intervirem, sob de hoje pagarmos impostos para termos acesso a um conjunto de serviços e amanhã termos de continuar a pagar impostos para já não termos acesso a esses mesmos serviços, porque houve alguém que fez destes serviços fundamentais uma área de negócio para o sector privado", afirma o líder da CGTP.
    
[notícia actualizada às 01h39]

PARTILHAR

Comentários (1)
  • » Anti, Almada, 12-04-2012 2:27

    Esteja descansado, bom Presidente da CNIS. É mais fácil daqui a algum tempo começarem a morrer os da ex-classe média. São estes que entregam as casas que não conseguiram pagar. São estes que ficam desempregados e, em número cada vez menor, conseguem aceder ao subsídio de desemprego. São estes que, embora tendo pago os impostos, têm de pagar taxas moderadoras, compram medicamentos com menor comparticipação, etc... Os outros, esses que o sr. está disposto a defender, recebem casas, subsídios de todo o género pontualmente, não pagam taxas de espécie alguma e impostos ou descontos é assunto que não lhes respeito. Convido o sr. a visitar qualquer bairro social. A partir das 8 da manhã, começam a sentar-se pelos muros, fumam, vão tomar o cafezinho, pegam no carro e vão dar uma volta ao mercado dos charros. Não receei por estes indivíduos, lamente antes os que têm de pagar para isto. Estado Social? Claro, mas só para alguns.
  • PUB

Deixe aqui o seu comentário relativo a este artigo. Todos os comentários estão sujeitos a mediação.

Tem 1500 caracteres disponíveis

Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.


Entrar Renascença V+
Nova lei do álcool tem um mês, mas muitos jovens não sabem as regras



INFORMAÇÃO      BOLA BRANCA      PROGRAMAÇÃO      MÚSICA      MULTIMÉDIA      OPINIÃO