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Ministro da Saúde quer reduzir custos com diabéticos

Paulo Macedo defende prevenção através de mudança de hábitos de alimentação.
15-02-2012 15:10
"É preciso reduzir os custos com medicamentos para a diabetes", afirmou esta quarta-feira o ministro da Saúde, Paulo Macedo, no dia em que foi apresentado o relatório anual do observatório da diabetes.

Os dados de 2010 mostram que o número de novos casos continua a subir, também nos jovens, e que muitos doentes não estão diagnosticados.

Paulo Macedo diz que o relatório tem vários aspectos que considera preocupantes: “Primeiro, o número de pessoas com doença não detectada; segundo, é termos claro que através de políticas de promoção de saúde, designadamente na prevenção nos hábitos alimentares, podemos ter um contributo para minorar a prevalência da doença”.

A questão financeira não é menosprezada pelo ministro: “Não são minimamente sustentáveis os custos desta ordem, sobretudo numa doença que vai crescer”.

"Difícil de explicar" é também o que se gasta com tiras de glicémia, diz o ministro da Saúde, que está a tentar negociar com a indústria farmacêutica para conseguir preços mais baixos.

Os dados agora divulgados mostram que os encargos para o estado e para os doentes com diabetes têm vindo a subir nos últimos anos. Os custos com a doença representam quase 1% do produto interno bruto.

Tendo em conta que o número de doentes com diabetes vai continuar a subir, "a única solução", afirma Paulo Macedo, "é conter" os custos com a doença.

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Comentários (2)
  • » silva, cb, 25-02-2012 16:23

    Este senhor Será certamente a pessoa errada para poder avaliar a doença dos Diabéticos e digo que por todos os santos que possam existir livrar este senhor e mais alguns desta doença Uma doença que de tudo pode apanhar de tudo existe e de forma alguma pode ser Curada uma doença que para ser Tratada com os deveres próprios dela se gastam muitos euros que por vezes não chegam para com a alimentação quanto mais para medicamentos e outros acessórios caso das tiras de testes glicemia não chega-sse as dores de muitas vezes ter que picar o dedo quanto mais pagar por elas este senhor que faça mais por estes que por outros e que a alguns que precisem de uma reforma porque nºao conseguem fazer alguma coisa por motivo da doença façam maneira de excluir reformas como é o caso da reformada dra, esposa do senhor passos coelho que se reformou com 40 e picos anos sem problema algum esses é que são os beneficiados (senhor ministro de o lugar das suas palavras a quem mais percebe desta doença
  • » Zé Atento, Oeiras, 18-02-2012 23:16

    O sr. Ministro da Saúde por vezes parece que está na Suiça, na Alemanha, na Noruega, na Suécia, na Holanda ou no Canadá, para exemplificar. Mas não??!!! está num pequeno País que se chama Portugal, país este muito pobre, com um povo que devia há muito tempo ser-lhe aplicada pelos Governos sucessivos, nomeadamente após o 25 de Abril, para não ir tanto atrás no tempo, uma Medicina Preventiva e não Curativa. Tanto dinheiro o País poupava. O diagnóstico já está feito há muito tempo. Para dar um exemplo: os Médicos dentistas formados nas Faculdades de Medicina Dentária públicas, depois vão para o Privado e não ficam alguns nos Hospitais Públicos porquê? Comece a pensar neste problema Sr. Ministro. Portugal ainda é um país de DESDENTADOS, porque a maioria dos portugueses não têm dinheiro para tratar dos dentinhos no sector Privado. Sobre a diabetes tém que ser na Educação das crianças de tenra idade a partir das creches, para depois no futuro se ver os resultados. Estamos na U.E. mas estamos muito longe dos Países desenvolvidos nossos parceiros da dita Organização.
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