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Patriarca de Moscovo

“Não conhecem a sensação de nos arrancarem os crucifixos à força”

Nadia Ewaida, uma das mulheres despedidas por usar crucifixo

O Patriarca Kiril, de Moscovo, criticou os “liberais” do ocidente, nomeadamente no Reino Unido onde já houve vários casos de pessoas despedidas por se recusarem a remover crucifixos.
27-03-2012 12:18
O Patriarca de Moscovo considera que o Reino Unido está a cometer um grave erro, ao impedir a expressão religiosa dos seus cidadãos. Em causa está a proibição, em várias empresas, do uso de símbolos religiosos, como crucifixos.

Pelo menos cinco pessoas já perderam os seus empregos porque se recusaram a acatar tais ordens. Os tribunais britânicos não lhes deram razão e o Governo daquele país, oficialmente cristão, recusou-se a apoiá-las no recurso que colocaram no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

“Estes liberais ocidentais que estão a impingir padrões totalitários a pessoas livres cometem um grave erro”, considera o Patriarca.

Kiril recorre à própria história da Rússia para dar mais força ao seu argumento, lembrando que os ocidentais não têm noção do que é serem perseguidos pela fé: “não conhecem a sensação de nos arrancarem os crucifixos de à volta do pescoço à força”, referiu o Patriarca.

O responsável pela Igreja Russa foi chamado a dar a sua opinião depois de uma fiel da Igreja Ortodoxa, a viver em Londres, ter perdido o emprego quando se recusou a retirar o seu crucifixo.
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