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Papa pede redistribuição da riqueza e respeito pela vida à ONU

09 mai, 2014

Francisco recebeu um convite de Ban Ki Moon para visitar a sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

O Papa pediu esta sexta-feira ao secretário-geral da ONU e aos chefes de várias comissões desta organização que contribuam para encorajar uma “legítima redistribuição da riqueza”.
 
Francisco manifestou a esperança de, assim, poder-se beneficiar “uma parte da humanidade que não partilha dos benefícios do progresso e que, de facto, é relegada para o estatuto de cidadãos de segunda”.

Já por diversas vezes criticou o actual sistema económico mundial, que considera desumano e injusto, na medida em que é regida pelo lucro e não por valores. Tornou-se conhecida a sua afirmação de que “esta economia mata”, na exortação apostólica Evangelii Gaudium.

No seu discurso aos membros da ONU, reunidos em Roma, o Papa insistiu também no reconhecimento do respeito pela “sacralidade e inviolabilidade da vida, da concepção até à morte natural”.

Este recado surge dois dias após uma comissão da ONU ter criticado a Santa Sé por se opor ao aborto, equiparando a posição a tortura, isto apesar de o aborto não ser mencionado em qualquer documento sobre tortura da ONU.

Na altura o representante da Santa Sé junto da ONU, o arcebispo Tomasi, disse que era precisamente por se opor a todas as formas de tortura que a Igreja recusava a ideia de torturar e matar os seres humanos não nascidos.

No final do seu discurso o Papa recebeu um convite de Ban Ki Moon para visitar a sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.