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Administração Interna vai cortar entre 60 e 70 milhões

24 abr, 2013

Ministro afirma que a verba vai ser poupada áreas não prioritárias e com a saída de elementos das forças de segurança por motivos de reforma normal, passagem à reserva e à pré-aposentação.

O ministro da Administração Interna situa entre os 60 e os 70 milhões de euros os cortes que vão ser necessários no sector, em sequência do chumbo parcial do Orçamento do Estado.

“Poupar, poupar, é uma forma de dizer. Nós vamos ter mais despesa, porque vamos ter que pagar o subsídio de férias que foi determinado pelo Tribunal Constitucional. Em termos nominais não há poupança”, começou por referir Miguel Macedo, à margem de uma visita ao comando-geral da GNR, no Largo do Carmo, em Lisboa.

Questionado se é o valor do subsídios de férias das forças de segurança que vai ser cortado, o ministro respondeu que “é menos”. “As contas estão ainda a ser ultimadas, mas julgo que vai ser à volta de 60 ou 70 milhões de euros”, sublinhou.

Miguel Macedo afirma que essa verba vai ser cortada “em áreas onde não era absolutamente necessário fazer, neste momento, essa despesa”.

O Ministério também conta com a “libertação de verbas que resultam da passagem à reforma normal, à reserva e à pré-aposentação de pessoal das duas forças de segurança”.