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Morreu o arquitecto centenário Oscar Niemeyer

06 dez, 2012 • Maria João Costa

O seu nome confunde-se com a arquitectura moderna. Niemeyer foi o arquitecto do betão armado, dos edifícios de linhas curvas que o seu lápis desenhou.

Morreu o arquitecto centenário Oscar Niemeyer
Morreu o arquitecto centenário Oscar Niemeyer
Morreu o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, aos 104 anos. Estava internado desde 2 de Novembro num hospital do Rio de Janeiro. O seu nome confunde-se com a arquitectura moderna. Oscar Niemeyer foi o arquitecto do betão armado, dos edifícios de linhas curvas que o seu lápis desenhou.
Morreu o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, aos 104 anos. Estava internado num hospital do Rio de Janeiro desde o dia 2 de Novembro, pela terceira vez este ano, devido a uma desidratação, mas o seu estado de saúde foi-se agravando.

O seu nome confunde-se com a arquitectura moderna. Oscar Niemeyer foi o arquitecto do betão armado, dos edifícios de linhas curvas que o seu lápis desenhou.

Formado em Arquitectura e Engenharia em 1934, Niemeyer viu o seu primeiro edifício ser construído em 1937 no Rio de Janeiro, a cidade onde manteve o seu atelier na avenida que olha a baia de Guanabara.
 
Niemeyer, que integrou a equipa de arquitectos que projectou a sede das Nações Unidas em Nova Iorque, foi sempre um homem dado à política. Filiou-se no Partido Comunista brasileiro, em 1945.
 
Influenciado pelo arquitecto francês Le Corbusier, Oscar Niemeyer foi o responsável pelo projecto da cidade de Brasília, onde desenhou edifícios emblemáticos como o Palácio do Planalto, sede do governo brasileiro.
 
Em Portugal, tem apenas uma obra, na cidade do Funchal: o Pestana Casino Park, projecto de 1966.
 
Oscar Niemeyer, que ultrapassou a barreira dos 100 anos sempre no activo, definia assim a matéria de que se faz um arquitecto: “Sempre digo e insisto muito que o ensino da Arquitectura, de qualquer outra escola superior, devia ser seguido de conversas paralelas, literatura, de ciências sociais, Filosofia, não para transformar o arquitecto num intelectual, mas num homem familiarizado com a vida”.