Ouvir Emissão
Acabou de Tocar MIGUEL ANGELO - PRECIOSO Acabou de Tocar

Últimas NotíciasPaísMundoPolíticaEconomiaReligiãoCulturaSaúde e CiênciaInfo A-ZEspeciaisPodcast

Nova lei de combate à pirataria até ao final do ano

  • Áudio Francisco José Viegas admite "acertos" no Acordo Ortográfico

  • Áudio Francisco José Viegas promete nova Lei de combate à pirataria

  • Áudio Graça Moura: Acordo Ortográfico é "manifestação neocolonialista"

Secretário de Estado da Cultura promete “incrementar as instituições de combate à pirataria”, nomeadamente a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC).
24-04-2012 20:18

O Governo quer ter pronta a nova lei de combate à pirataria até ao final do ano, anunciou esta terça-feira o secretário de Estado da Cultura.
 
Francisco José Veigas, que falava na abertura da Feira do Livro de Lisboa e numa altura em que o mercado editorial se encaminha cada vez mais para o livro electrónico, explica que há necessidade de maior fiscalização.

“Nós preparamos um pacote legislativo sobre pirataria, protecção dos autores e direito de autor. Pensamos que até ao final do ano está pronto.”

O secretário de Estado da Cultura considera, no entanto, que “não é possível falar do combate à pirataria como um acto isolado”, “tem a ver com outro conjunto de meios e de leis que lhe estão associadas”.

O objectivo, explica, é “coordenar tudo aquilo que são o código de direito de autor, a lei do combate à pirataria, a lei das sociedades de gestão ou a adopção das directivas europeias sobre essa matéria” e, sobretudo, “incrementar as instituições de combate à pirataria”, nomeadamente da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC).

Francisco José Viegas admite que poderá ainda haver “acertos” a fazer no Acordo Ortográfico. À  margem da inauguração da Feira do Livro de Lisboa, explicou que Moçambique e Angola, os únicos países que ainda não ratificaram o tratado, se preparam para o fazer, por isso, poderá haver ainda ajustes.
 
Presente na abertura da Feira do Livro esteve também Vasco Graça Moura. O escritor e presidente do conselho de administração do Centro Cultural de Belém (CCB) continua a ser um crítico do Acordo Ortográfico. Considera o tratado uma pura manifestação neocolonialista e defende que são necessárias alterações profundas.

PARTILHAR

Comentários (3)
  • » mario, lisboa, 11-05-2012 12:49

    ComoPortuguês sou totalmente contra este acordo ortográfico. Nada têm a ver com a nossa Lingua a Portuguesa, a verdadeira. Aquela que aprendemos na escola faz muitos anos..
  • » mario, lisboa, 11-05-2012 12:46

    Derivado há situação financeira dos Portugueses em geral quem pode comprar livros que custam uma fortuna??? Pirataia nao acho que o seja mas sim o desenrascar. As editoras ganham milhões neste negocio que são os livros, quase todos os anos mudam os manuais ora por isto ora por aquilo.. E assim se enchem há custa de quem precisa.. Jamais consegurão acabar com a pirataria seja do que for. Se mudassem as politicas e regras de consumo, preços mais acessiveis talvez ela fosse acabando agora assim duvido, tanto nos livros, como cinema, musica. etccc.. Para o nivel de vida de nós portugueses é insuportável certos preços.
  • » Carlos Caio, Porto, 24-04-2012 22:24

    E depois como vai ser ? Este País vai ficar sem estes "governantes" ? Se assim fôr, fixe !
  • PUB

Deixe aqui o seu comentário relativo a este artigo. Todos os comentários estão sujeitos a mediação.

Tem 1500 caracteres disponíveis

Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.


Entrar Renascença V+
Milhares festejam título à moda do Porto num São João antecipado



INFORMAÇÃO      BOLA BRANCA      PROGRAMAÇÃO      MÚSICA      MULTIMÉDIA      OPINIÃO