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Governo garante que não pediu estudo sobre o aumento da idade da reforma

  • Áudio Ministro admite sistema misto de pensões

  • Áudio Mota Soares nega estudo sobre aumento da idade de reforma

Ministro Mota Soares diz que já está a implementar um "conjunto de medidas para assegurar a sustentabilidade dos sistemas sociais" e admite um sistema misto de pensões.
14-04-2012 14:26

O ministro da Segurança Social, Pedro Mota Soares, nega que o Governo tenha tenha pedido um estudo sobre o aumento da idade da reforma dos 65 para os 67 anos.

“Nós não temos nenhum estudo nesse sentido nem pedimos estudos nesse sentido”, garantiu Pedro Mota Soares, em declarações à RTP.

“Ainda no outro dia ouvi um militante e penso que dirigente do Partido Socialista, o Eng. João Cravinho, a dizer que a idade de reforma devia aumentar para os 67 anos, mas não é isso que o Governo está a estudar. O que o Governo está a estudar é algo diferente, mas o Governo não está só a estudar, está também a tomar um conjunto de medidas para assegurar a sustentabilidade dos sistemas sociais”, frisou.

O ministro da Solidariedade e Segurança Social admite, no futuro, um sistema misto público-privado, porque, sublinha, "é essencial que a base do sistema seja pública, mas quando falamos de pensões muito elevadas, aí verdadeiramente já não estamos a falar de equidade social, já estamos a falar de gestão de poupanças e essa, porventura, não deve ser feita pelo Estado".

O ministro referiu que ainda esta semana o Conselho de Ministros aprovou “um conjunto de alterações a algumas prestações sociais, que também serve para garantir a sustentabilidade”, numa referência às mexidas no Rendimento Social de Inserção.  

O jornal “Expresso” noticia que o Governo prepara o aumento da idade de reforma, dos 65 para os 67 anos, a subida da idade mínima para a reforma antecipada, dos 55 para os 57 anos, e a fixação de um tecto máximo para os valores a pagar aos reformados.

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Comentários (5)
  • » wwwwwwwwwwwwww, olisipo, 14-04-2012 23:39

    Haver um sistema mutualista alternativo nacional, quem garante ,que os portugueses nao escolham empresas internacionais crediveis , mais solidas ,garantistas,e que nao subtraim as reformas como o estado portugues ta a fazer desde 1993.As empresas portuguesas tem absoluta necessidade de transferirem as suas sedes pro estrangeiro porque tem financiamento facil e mais barato,porque nao fazer planos de reforma fora de portugal,onde se torna perigoso a aplicaçao de capitasl a longo prazo ,pois as regras tao sempre a mudar.Afinal só fica atrabalhar em portugal quem nao arranja alternativas. O plano de reforma é um compromisso da vida irrepetitivel,por isso deve ser assumido com rigor ,honestidade e sem PRECS da esquerda ou da direita. O estado nao ta a cumprir com a atual geraçao ,como proximas geraçoes poderao confiar ,nunca, nunca mais.Os politicos portugueses desde que deixaram de ser tutelados pelo exercito só tem empobrecido Portugal.
  • » Alice faria leite, venda da gaita, 14-04-2012 17:33

    Cuidado com este menino o que hoje é verdade amanhã é mentira já não acredito nestes pinóquianos do governo.
  • » ags, Porto, 14-04-2012 15:26

    Será que podemos acreditar? Já nos pregou uma rasteira e pode muito bem estar a preparar outra. Uma coisa é certa, nunca mais voto em nenhum partido que se situe mais à direita do que o pcp. Cambada de ladrões e mentirosos.
  • » miguel santos, usa, 14-04-2012 15:16

    POIS ,estes parecem os presidentes dos clubes 'o treinador tem toda a minha confianca" no dia seguinte estao despedidos.Sempre que vem com esta conversa,passados uns dias aparecem os resultados.Como querem que se acredite se dizem uma coisa e fazem outra?????
  • » José Braz, Cartaxo, 14-04-2012 14:49

    Em que ficamos? Temos mais que acreditar nas noticias do Jornal ou na informação do Ministro ? A crer no que ultimamente se tem visto, parece-me mais aceitável na noticia do que na informação. A ser verdade é mais um atentado à dignidade dos Portugueses e à sua condição de ser humano. Ou será justo que um individuo trabalhe uma vida inteira, faça os seus descontos, e quando chega à idade da reforma ( ou por idade ou por tempo de descontos) e se veja privado ou sistemáticamente adiado desse direito. Este Governo é o mais austero para a classe média Portuguesa desde o 25 de Abril. Ainda não vi tomarem qualquer medida para diminuir regalias e mordomias a quem tem passado o seu tempo a viver à custa do Estado (Alegados Politicos Profissionais) que se reformam ou reformaram com tenra idade. É a isto que se chama equidade social ? Deixo aqui um alerta à UGT e à CGTP para estarem atentas a mais este atropelo aos direitos dos Trabalhadores ou dos Desempregados que quando o S.Desemprego terminar, terão que abrir a boca e "comer" o ar, se também este não o retirarem e vamos todos viver para debaixo da ponte, esteja ela onde estiver.
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