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Revisão curricular é “passo na direcção certa"

  • Áudio Vieira e Sousa: Reforma condicionada por questões orçamentais

  • Áudio Temos um excesso de testes, diz Vieira e Sousa

  • Áudio Adão da Fonseca: Revisão curricular é “passo na direcção certa”

Presidente do Fórum para a Liberdade da Educação considera que exames são essenciais para a avaliação, mas não podem ser o objectivo do ensino.
27-03-2012 4:00

A versão final da revisão curricular é um “passo na direcção certa”, defende o presidente do Fórum para a Liberdade da Educação.

Fernando Adão da Fonseca considera essencial definir muito claramente qual é a componente central do ensino: “Isso tem a ver com a Língua, Matemática e com alguns conhecimentos que têm a ver com a História e com a ciência”.

Também é preciso dar uma “enorme flexibilidade às escolas e aos professores”, por forma a adaptarem “a duração das aulas, a forma como estruturam as turmas, às necessidades concretas de cada aluno”, sustenta o presidente do Fórum para a Liberdade da Educação.

Fernando Adão da Fonseca lamenta que ainda hoje o sistema de ensino seja “baseado nas necessidades do controlo dos recursos não só de espaço, mas também dos recursos em termos de docência”.

Na opinião de Adão da Fonseca, os exames são essenciais para a avaliação, mas não podem ser o objectivo do ensino. “Fazer avaliações no fim do 4º ano é uma medida certíssima, mas não para transformar o ensino todo ele virado para esses exames”, frisa.

Também Francisco Vieira e Sousa, do Fórum para a Liberdade de Educação, insiste na necessidade de se reforçar a autonomia das escolas.

Vieira e Sousa sustenta que esta reforma curricular está muito relacionada com as dificuldades económicas que o país atravessa.

Francisco Vieira e Sousa afirma que há demasiadas provas no ensino básico e diz não encontrar vantagens na realização de exames finais no quarto ano.

“Julgo que temos um excesso de provas ao longo do ano. Não temos uma avaliação continua dos alunos nas escolas. Iria até mais longe no sentido de se acabar com o sistema de três períodos, passaria para um sistema de dois semestres como temos nas universidades, com informações regulares aos pais sobre o progresso dos alunos”, defende.

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