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Visão, pessoas, empreendedorismo e… azeitonas

22 nov, 2011 • Vera Pinto

A Renascença continua à procura de histórias de sucesso empresarial que contrariem a crise financeira. Conheça um caso que nasceu à sombra das oliveiras.

Visão, pessoas, empreendedorismo e… azeitonas
A Azal - Azeites do Alentejo nasceu a par da crise, mas nem por isso se deixou afundar com ela. A empresa foi criada em 2007 com a aquisição de uma cooperativa de azeite já desactivada, no Redondo, sempre de olhos postos no exterior.

“O que faz sentido é termos a ambição de construir uma marca. Quem pensar que pode fazê-lo num horizonte geográfico pequeno como é o nosso país, não irá a lado nenhum. A segunda questão é que as oportunidades de negócio neste segmento médio alto estão efectivamente nos mercados externos”,  diz João Morais e Castro, presidente da Azal.

Do azeite produzido, 80% é exportado. O maior cliente é o Brasil, seguido dos Estados Unidos e Europa. A este ritmo, a Azal conta crescer 30% este ano.

As 11 pessoas que trabalham na empresa já não têm mãos para mais. Agora, é preciso contratar. “O crescimento vai obviamente requerer que os níveis de serviço, os níveis qualitativos que nós entregamos, sejam mantidos ou melhorados. Isso faz-se com pessoas, não há outra via”, refere João Morais e Castro.

Pessoas, visão, empreendedorismo e azeitonas: ingredientes-chave para a Azal - Azeites do Alentejo.

AZAL, Azeites do Alentejo
Sector: Produção de Azeite
Localização: Sede Espanha; Produção Redondo
Capital Social: 2.250.000 euros
Trabalhadores: 11
Facturação: Três milhões de euros