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Um Orçamento do Estado, 12 áreas, 12 olhares

17 out, 2014 • Opiniões recolhidas por João Carlos Malta

Doze personalidades da vida pública portuguesa escrevem sobre o Orçamento do Estado de 2015.

Um Orçamento do Estado, 12 áreas, 12 olhares
O Governo apresentou o Orçamento do Estado (OE) de 2015 esta semana. A Renascença pediu a opinião de 12 personalidades da vida pública portuguesa. Da saúde à educação, da administração interna ao desporto, da ciência à cultura.

  • Rui Pereira (ex-ministro da Administração Interna): Compra de munições e combustível pode ser refreada
  • Germano de Sousa (ex-bastonário da Ordem dos Médicos): O fim de três anos de cortes sucessivos
  • Paulo Guinote (professor de História e autor do blogue “A Educação do meu Umbigo”): Devastador corte no ensino não superior
  • Tiago Caiado Guerreiro (fiscalista): Redução do IRC não implica redução de receita
  • Maria do Rosário Gama (presidente da Associação de Pensionistas e Reformados): Devolução da CES absorvido por aumento da carga fiscal
  • João Machado (presidente da Confederação de Agricultores de Portugal): Há condições para que a agricultura continue a recuperar
  • Carlos Fiolhais (físico, professor e divulgador de ciência): Para a ciência não houve uma saída limpa
  • Mário Vieira de Carvalho (ex-secretário de Estado da Cultura): Uma operação contabilística
  • Loureiro dos Santos (antigo chefe do Estado-Maior do Exército): Não será possível recuperar equipamentos mais obsoletos
  • Rogério Alves (advogado e ex-bastonário da Ordem dos Advogados): Justiça, o parente pobre do orçamento
  • Nuno Sequeira (presidente da Quercus): Continuam os cortes no ambiente
  • Vicente Moura (ex-presidente do Comité Olímpico de Portugal): Desporto continua a não ser prioridade

Tudo sobre o OE 2015