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Expo 98, 15 anos depois. O que recorda?

21 mai, 2013 • José Carlos Silva e Carolina Borges

Cerca de 11 milhões de visitantes estiveram na exposição mundial de Lisboa sobre oceanos.

Expo 98, 15 anos depois. O que recorda?

Faz esta noite 15 anos que a Expo 98 era inaugurada. Foi o primeiro de 132 dias de homenagem aos Oceanos. O tempo era de festa e orgulho. A Expo transformou-se por pouco mais de quatro meses no centro de todas as atenções.

Num espaço praticamente devoluto na zona Oriental de Lisboa, à beira rio, nasceram dezenas de pavilhões de países e estruturas temáticas e algumas ainda sobrevivem: o Oceanário, o Pavilhão de Portugal, o pavilhão Atlântico, o do Conhecimento ou a Torre Vasco da Gama.

Às portas da Expo 98 nasceu a Gare do Oriente, estação intermodal saída do caderno de Santiago Calatrava, e por onde passaram muitos dos cerca de 11 milhões de visitantes, portugueses e estrangeiros.
 
A Renascença foi ao Parque das Nações, que nasceu no espaço da Expo 98, ouvir o que as pessoas recordam da exposição mundial.

A Expo 98 nasceu na zona oriental de Lisboa, seis anos após a Expo 92 de Sevilha. No país vizinho, a Expo foi um sucesso, mas a recuperação do espaço ficou aquém do esperado. Durante anos a fio as estruturas apodreceram aos olhos da cidade e dos visitantes.
 
Portugal viu o mau exemplo e não o seguiu. A cidade ganhou um novo espaço de trabalho, de lazer e de habitação.

Quinze anos depois, os sinais da Expo 98 ainda lá estão no Parque das Nações. A mascote “Gil” e o seu penteado em forma de onda, os vulcões de água, e o teleférico são apenas alguns deles.