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Design português dá cartas na maior feira internacional de decoração

18 jan, 2013 • Joana Carvalho Fernandes, em Paris

Presença portuguesa na feira volta a ser recorde:75 empresas nacionais, mais 20 do que em 2012, estão representadas na “Maison & Objet”. Na maioria são empresas de sucesso, mas todas elas sobrevivem através da exportação.

As portas fecham-se cá dentro, mas abrem-se lá fora. 75 empresas portuguesas, mais 20 do que em 2012, participam, até terça-feira, na “Maison & Objet”, a mais importante feira internacional na área da decoração de interiores.

São cada vez mais os empresários deste sector que respondem à crise virando-se para o mundo: as exportações representam quase a totalidade das vendas das empresas portuguesas presentes nesta feira.

Há muitos casos de sucesso, como o da premiada marca de design de mobiliário Munna, criada há quatro anos.

O aumento da presença portuguesa neste espaço “traduz bem o que o tecido empresarial português está a fazer lá fora”, diz Hugo Vieira, da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário, mas é também o espelho de um sector “em luta pela sobrevivência”.

Durante uma visita aos expositores portugueses na feira, o secretário de Estado do Empreendedorismo, Carlos Oliveira, ouviu os empresários pedirem mais atenção aos custos dos transportes e da energia. Diz que tomou nota e prometeu que o Governo vai fazer o trabalho de casa.

Expor na “Maison & Objet” pode custar a cada empresa entre 30 e 50 mil euros. Este investimento foi comparticipado em 75% pelo COMPETE - Programa Operacional Factores de Competitividade, integrado no Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN).