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Obama defende proibição da venda de armas de assalto

18 dez, 2012

Estados Unidos discutem novas medidas depois do massacre que resultou na morte de 20 crianças numa escola primária.
Obama defende proibição da venda de armas de assalto

O presidente norte-americano Barack Obama defende a proibição da venda ao público de armas de assalto, como as utilizadas no massacre da escola de Newtown.

O porta-voz da Casa Branca disse esta terça-feira que Obama vai apoiar os esforços legislativos nesse sentido que estão a ser levados a cabo pela senadora democrata Dianne Feinstein.

A questão da venda de armas nos Estados Unidos voltou a estar no centro da actualidade depois do massacre da última sexta-feira numa escola primária de Newtown, no Connecticut, que resultou na morte de 26 pessoas, entre as quais 20 crianças.

Numa homenagem às vitimas realizada domingo, o presidente Obama declarou que “estas tragédias têm de terminar” e prometeu actuar para impedir que casos como este se repitam.

“Não podemos tolerar mais isto, nem aceitar como rotina. Estas tragédias têm que terminar. E para que terminem, nós temos que mudar”, disse Obama numa referência implícita à lei das armas.